Sunday, 29 July 2007

Segurança personalizada
Para evitar invasões e roubos, 15 mil residências e empresas do Rio usam a identificação digital
Christina Nascimento e Cristiane Campos


Rio - Cresce o número de residências e até empresas que usam sistemas de identificação digital — biometria — para evitar assaltos e roubos. Ligada a sofisticadas centrais de monitoramento 24 horas, a tecnologia de reconhecimento por impressões digitais já é usada em larga escala em São Paulo. Por causa do alto grau de eficácia, está sendo adotada também no Rio. Modernidade a serviço da segurança, que tem ganho cada dia mais adeptos. Estima-se que 15 mil equipamentos tenham sido instalados nos últimos anos no estado.
Através de um toque de dedo, moradores, visitantes e funcionários têm entrada e saída monitoradas. O índice de falha é de um em cada um milhão. Prédios na Barra da Tijuca e Zona Sul são os primeiros a contar com a segurança digital.
No condomínio La Maison Gauguin, da Carmo e Calçada, lançado na Península, Barra da Tijuca, a porta social de cada apartamento terá a entrada liberada por digitais. Ao planejar o Fontvieille, seu primeiro condomínio no Rio, a empresa JC Gontijo, que atua no mercado de apartamentos de luxo em Brasília, também incluiu o sistema no projeto, feito em parceria com a Carvalho Hosken. São apartamentos de quatro suítes, no valor médio de R$ 1,5 milhão.
“O sistema é um diferencial. Hoje, a segurança é grande preocupação das famílias na escolha de um imóvel. No Fontvieille, o acesso apenas será permitido a pessoas cadastradas com autorização do proprietário. O cadastro poderá ser de um dia, uma semana ou o tempo que o morador definir”, explica o engenheiro Márcio José de Souza, superintendente de Obras da JC Gontijo.
Ele destaca que o sistema também foi desenvolvido para detectar quando o morador está entrando no prédio em situação de risco, através do código de coação. A central de monitoramento percebe se o usuário está em perigo porque o acesso é feito com o dedo que foi cadastrado para indicar a situação. “Não falamos só de câmeras e homens bem treinados, mas de controladores de acesso e leitores de fibra ótica que identificam moradores”, afirma Ricardo Corrêa, diretor de Marketing da Carvalho Hosken.
O Grupo Zayd também oferece o sistema no Le Jour, no Recreio dos Bandeirantes. O acesso às partes comuns do prédio será feito por digital do dedo indicador.A busca pela modernidade é para competir com artifícios que assaltantes usam para burlar esquemas de segurança tradicionais, como câmeras, cerca elétrica e alarmes. Dados da Secretaria de Segurança Pública revelam que, em média, 10 estabelecimentos comerciais são assaltados por dia. Nas residências, são três por dia.
Cinqüenta bancos de São Paulo e do Rio estão testando um sistema conhecido como palm vein — identificação por sensores capazes de ler o padrão das veias das mãos. Num outro modelo, a leitura da impressão digital considera a pressão sangüínea. “Temos controle dos funcionários que vão para cada departamento. São 800 impressões cadastradas”, disse o gerente de tecnologia do Casa Shopping, Tony Hunter. A empresa vai instalar o sistema por íris.

LEITURA FACIAL E DA RETINA NA ENTRADA
O modelo com sistema de acesso biométrico já é usado em vários edifícios comerciais na cidade. No prédio do ABN Real, no Centro, por exemplo, a identificação dos funcionários e dos visitantes é digital. Indicada para grandes corporações, devido ao preço, a leitura facial é um software sofisticado que digitaliza a face da pessoa, capturando detalhes do rosto. Outra opção é pela leitura da retina. “O crescimento no segmento está relacionado à violência. Esse cenário tem causado uma mudança. As pessoas passaram a priorizar a segurança preventiva”, comentou o diretor de Comunicação da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam.Líder no uso do sistema no País, São Paulo contabiliza 40 mil pontos de identificação biométrica. Um deles está na casa do prefeito da capital, Gilberto Kassab. Na opinião do gerente de tecnologia e segurança da Astech, Vinícius Salgueiro, o dedo-duro, como foi apelidado, pode ser programado e em pouco tempo deve substituir crachás, chaves, cartões e senhas. “Quando se entrega a chave para um empregado, corre o risco dele fazer a cópia e entrar quando você não estiver. Com a digital, não há o risco”, explica Salgueiro.
Modelo tem custo elevadoO especialista em Segurança Predial do Secovi Rio, Raimundo Castro, diz que a implantação do sistema digital ainda é caro. Agora, quem compra um imóvel com esse diferencial está fazendo um bom negócio, porque, além da segurança, há uma valorização do bem. O diretor-presidente da Ética Imobiliária, Marlei Feliciano, concorda que essa tecnologia agrega valores, mas reforça que a implantação do modelo tem custo elevado.“Existem sistemas de segurança mais acessíveis. O aparelho de DVD custava caro e hoje é possível comprar por R$ 199”, compara Feliciano. Castro esclarece que o custo do sistema digital depende da quantidade de pontos de controle de acesso.
“O gerenciador, por exemplo, custa em média de R$ 8 mil a R$ 12 mil e os pontos estratégicos com leitoras custam R$ 1.500 cada. O investimento vai depender da saúde financeira do condomínio. Temos um edifício em Ipanema, com apenas cinco apartamentos, que está implantando o modelo”, exemplifica Castro. Ele destaca a importância de investimento em mão-de-obra qualificada aliado à tecnologia.

Fonte - Jornal O Dia

Tuesday, 29 May 2007

SHOPPING LEBLON X ACESSO A REDE SEM FIO

O Shopping Leblon oferece a todos os frequentadores acesso a Rede Wireless de graca.

Finalmente um lugar ao sol a todos os clientes e usuarios do Rio de Janeiro.
Basta o usuario levar seu Notebook ou um equipamento que tenha rede Sem Fio, e pronto.
Simples, pratico e barato.

RESOLUÇÃO 3.380 DO BANCO CENTRAL DO BRASIL

RESOLUCAO 3.380

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional.

O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHOMONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 29 de junho de 2006, combase nos arts. 4º, inciso VIII, da referida lei, 2º, inciso VI, 8º e9º da Lei 4.728, de 14 de julho de 1965, e 20 da Lei 4.864, de 29 denovembro de 1965, na Lei 6.099, de 12 de setembro de 1974, com asalterações introduzidas pela Lei 7.132, de 26 de outubro de 1983, naLei 10.194, de 14 de fevereiro de 2001, com as alteraçõesintroduzidas pela Lei 11.110, de 25 de abril de 2005, e no art. 6o doDecreto-lei 759, de 12 de agosto de 1969,
R E S O L V E U:

Art. 1º Determinar às instituições financeiras e demaisinstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil aimplementação de estrutura de gerenciamento do risco operacional. Parágrafo único. A estrutura de que trata o caput deve sercompatível com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços,atividades, processos e sistemas da instituição.
Art. 2º Para os efeitos desta resolução, define-se comorisco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantesde falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas esistemas, ou de eventos externos.
§ 1º A definição de que trata o caput inclui o risco legalassociado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pelainstituição, bem como a sanções em razão de descumprimento dedispositivos legais e a indenizações por danos a terceirosdecorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.
§ 2º Entre os eventos de risco operacional, incluem-se: I - fraudes internas;

II - fraudes externas;

III - demandas trabalhistas e segurança deficiente do local de
trabalho;

IV - práticas inadequadas relativas a clientes, produtos e
serviços;

V - danos a ativos físicos próprios ou em uso
pelainstituição; VI - aqueles que acarretem a interrupção das atividades dainstituição;

VII - falhas em sistemas de tecnologia da informação;

VIII - falhas na execução, cumprimento de prazos egerenciamento das atividades na instituição.

Art. 3º A estrutura de gerenciamento do risco operacionaldeve prever:
I - identificação, avaliação, monitoramento, controle emitigação do risco operacional;
II - documentação e armazenamento de informações referentesàs perdas associadas ao risco operacional;
III - elaboração, com periodicidade mínima anual, derelatórios que permitam a identificação e correção tempestiva dasdeficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional;
IV - realização, com periodicidade mínima anual, de testesde avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionaisimplementados;
V - elaboração e disseminação da política de gerenciamentode risco operacional ao pessoal da instituição, em seus diversosníveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como as dos prestadores de serviços terceirizados;
VI - existência de plano de contingência contendo asestratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidadedas atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional;
VII - implementação, manutenção e divulgação de processoestruturado de comunicação e informação.
§ 1º A política de gerenciamento do risco operacional deveser aprovada e revisada, no mínimo anualmente, pela diretoria dasinstituições de que trata o art. 1º e pelo conselho de administração,se houver.
§ 2º Os relatórios mencionados no inciso III devem sersubmetidos à diretoria das instituições de que trata o art. 1º e aoconselho de administração, se houver, que devem manifestar-seexpressamente acerca das ações a serem implementadas para correçãotempestiva das deficiências apontadas.
§ 3º Eventuais deficiências devem compor os relatórios deavaliação da qualidade e adequação do sistema de controles internos,inclusive sistemas de processamento eletrônico de dados e degerenciamento de riscos e de descumprimento de dispositivos legais eregulamentares, que tenham, ou possam vir a ter impactos relevantesnas demonstrações contábeis ou nas operações da entidade auditada,elaborados pela auditoria independente, conforme disposto naregulamentação vigente.
Art. 4o A descrição da estrutura de gerenciamento do riscooperacional deve ser evidenciada em relatório de acesso público,com periodicidade mínima anual.
§ 1º O conselho de administração ou, na sua inexistência,a diretoria da instituição deve fazer constar do relatório descritono caput sua responsabilidade pelas informações divulgadas.
§ 2º As instituições mencionadas no art. 1º devempublicar, em conjunto com as demonstrações contábeis semestrais,resumo da descrição de sua estrutura de gerenciamento do riscooperacional, indicando a localização do relatório citado no caput.
Art. 5º A estrutura de gerenciamento do risco operacionaldeve estar capacitada a identificar, avaliar, monitorar, controlar emitigar os riscos associados a cada instituição individualmente, aoconglomerado financeiro, conforme o Plano Contábil das Instituiçõesdo Sistema Financeiro Nacional - Cosif, bem como a identificar eacompanhar os riscos associados às demais empresas integrantes doconsolidado econômico-financeiro, definido na Resolução 2.723, de 31de maio de 2000. Parágrafo único. A estrutura, prevista no caput, deve tam-bém estar capacitada a identificar e monitorar o risco operacionaldecorrente de serviços terceirizados relevantes para o funcionamentoregular da instituição, prevendo os respectivos planos de contingên-cias, conforme art. 3º, inciso VI.
Art. 6º A atividade de gerenciamento do risco operacionaldeve ser executada por unidade específica nas instituiçõesmencionadas no art. 1º.
Parágrafo único. A unidade a que se refere o caput deveser segregada da unidade executora da atividade de auditoria interna,de que trata o art. 2º da Resolução 2.554, de 24 de setembro de 1998,com a redação dada pela Resolução 3.056, de 19 de dezembro de 2002.
Art. 7º Com relação à estrutura de gerenciamento de risco,admite-se a constituição de uma única unidade responsável:
I - pelo gerenciamento de risco operacional do conglomerado financeiro e das respectivas instituições integrantes;
II - pela atividade de identificação e acompanhamento dorisco operacional das empresas não financeiras integrantes doconsolidado econômico-financeiro.
Art. 8º As instituições mencionadas no art. 1º devem indicar diretor responsável pelo gerenciamento do risco operacional.
Parágrafo único. Para fins da responsabilidade de quetrata o caput, admite-se que o diretor indicado desempenhe outrasfunções na instituição, exceto a relativa à administração de recursosde terceiros. Art. 9º A estrutura de gerenciamento do risco operacionaldeverá ser implementada até 31 de dezembro de 2007, com a observânciado seguinte cronograma:
I - até 31 de dezembro de 2006: indicação do diretorresponsável e definição da estrutura organizacional que tornaráefetiva sua implementação;
II - até 30 de junho de 2007: definição da políticainstitucional, dos processos, dos procedimentos e dos sistemasnecessários à sua efetiva implementação;
III - até 31 de dezembro de 2007: efetiva implementação daestrutura de gerenciamento de risco operacional, incluindo os itensprevistos no art. 3º, incisos III a VII.
Parágrafo único. As definições mencionadas nos incisos I eII deverão ser aprovadas pela diretoria das instituições de que tratao art. 1º e pelo conselho de administração, se houver, dentro dosprazos estipulados.
Art. 10. O Banco Central do Brasil poderá: I - determinar a adoção de controles adicionais, nos casosde inadequação ou insuficiência dos controles do risco operacionalimplementados pelas instituições mencionadas no art. 1º;
II - imputar limites operacionais mais restritivos àinstituição que deixar de observar, no prazo estabelecido, adeterminação de que trata o inciso I.
Art. 11. Esta resolução entra em vigor na data de suapublicação. Brasília, 29 de junho de 2006. Henrique de Campos Meirelles Presidente

Thursday, 10 May 2007

Novidades do Windows Vista

Depois de cinco anos de espera, a Microsoft lança o seu mais novo sistema operacional: Windows Vista. Sucessor do XP, o novo SO abusa do poder gráfico e está recheado de efeitos, inovações visuais, design caprichado, além de muitas novidades. O programa conta com versões para todos os tipos de usuários, que vão desde os iniciantes até os mais avançados. São no total seis versões diferentes, abrangendo os usuários domésticos, profissionais e empresariais. São elas: Starter, Home Basic, Home Premium, Business, Enterprise e Ultimate. A versão Starter é para iniciantes e computadores de baixo custo, sendo disponibilizada apenas em países considerados emergentes pelo Banco Mundial. Já a versão Enterprise é similar a Business, mas com o diferencial de ser comercializada somente via contrato para licenciamento em grande escala para corporações. Prepare o bolso: os preços vão de R$500 a R$1000.Confira as principais novidades!ÍconesOs ícones do novo Vista dão um show por si só! O padrão do SO é de 256x256 pixels, o dobro do XP (128x128). Isso significa que eles possuem resolução mais nítida e ganharam uma roupagem mais moderna com opções de visualização em diversos tamanhos.Barra Lateral (Miniaplicativos)A barra lateral do novo sistema operacional da Microsoft é composta por um novo tipo de conceito: os gadgets. Gadgets são pequenos programinhas que executam funções como verificar a cotação em bolsas de valores, mostrar calendários, exibir notícias, transmitir rádios online, consultar condições climáticas e uma infinidade de outras coisas.O Novo Windows ExplorerUma das marcas registradas do sistema Windows também foi aprimorada. O novo Windows Explorer foca-se principalmente nas Buscas, com miniaturas no Painel de Visualização e informações extras sobre cada arquivo que podem ser adicionadas pelo próprio usuário.Cópias de SombraUma das novidades mais empolgantes do novo sistema operacional da Microsoft. Quem nunca ficou irritado porque sobrescreveu um arquivo ou apagou seu conteúdo por engano? Pensando nisso, finalmente a gigante dos softwares inseriu essa solução — liberada pela primeira vez no Windows Server 2003 —, agora para uso em computadores pessoais. Ela chama-se Cópia de Sombra e permite que você restaure seus arquivos para uma data anterior. Infelizmente, este recurso maravilhoso está adicionado somente nas versões Business, Enterprise e Ultimate. Diante disso, prepare seu bolso se quiser desfrutar desta ótima tecnologia de recuperação.Monitor de Desempenho Agora é possível gerenciar o desempenho e saúde do computador. A ferramenta está no Painel de Controle (Sistema e Manutenção), exibindo gráficos de performance e confiabilidade do sistema. Caso algum software ou problema ocorra no Vista, o nível de estabilidade baixa, informando a causa do mal desempenho. Menu Iniciar e Sistema de BuscaÀ primeira vista, é notório que o Menu Iniciar foi retocado graficamente, mas a melhor diferença em relação ao XP é a sua agilidade e dinâmica de uso. Muito mais prático, ele não abre mais aqueles menus que preenchiam praticamente toda a tela do monitor. Tudo ficou automatizado, o espaço onde ficavam apenas os atalhos dos programas mais utilizados continua a ser exibido, porém agora agrega todos os programas com um clique de mouse. Esqueça todas as opiniões que você tinha quanto aos sistemas de busca dos Windows anteriores. Completamente reformulado, ele torna-se essencial ao dia-a-dia, sendo uma das melhorias mais significantes do novo SO. Basta digitar alguns caracteres e os resultados já começam a aparecer na tela (em tempo real). Ele faz pesquisas de aplicativos, imagens, vídeos, músicas, “metadados” e até de conteúdo dentro de arquivos. Se você não lembrava o nome daquele trabalho que entregou ano passado, mas recorda algumas frases ou palavras que estavam mencionadas no texto, basta digitá-las na busca que vai encontrá-las!
Fonte:www.baixaki.com.br