Friday, 6 August 2010

Anatel define agenda para chegada da 4ª geração de telefonia móvel

A diretoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (5) o cronograma que prevê as mudanças na destinação da faixa de 2,5 GHz em benefício das operadoras de celular.

Atualmente, a frequência vinha sendo utilizada por prestadoras de TV por assinatura que usam a tecnologia de transmissão sem fio (MMDs), e passará a ser utilizada pelas grandes operadoras de telefonia móvel para a prestação do serviço de quarta geração de telefonia móvel.

O 4G pode ser considerado uma evolução dos padrões de telefonia e as tecnologias que são mais exploradas na indústria são WiMax e LTE (Long Term Evolution).

No entanto, a diretoria da agência sinalizou que, até a conclusão das mudanças, serão feitas as certificações de equipamentos WiMax. Essa certificação é considerada a grande barreira para oferta de multisserviços por essas empresas com conexão à internet.

As empresas de TV por assinatura detém 190 MHz de banda e passarão, até meados de 2013, a ocupar pelo menos 50MHz, com possibilidade de estender em mais 10 MHz.

De acordo com o conselheiro da Anatel, João Rezende, as empresas de TV por assinatura serão recompensadas com possibilidade de oferecer serviços de banda larga.

Do total de 190 MHz disponível na faixa de 2,5 GHz, as operadoras de celular ficarão com 140 MHz. A ideia é que a partir de 2013, um ano antes da Copa do Mundo, o país já ofereça a tecnologia de quarta geração.

Rezende destacou que o número de assinantes de TV paga por MMDs é de apenas 400 mil assinantes, em apenas 311 municípios, enquanto a evolução crescente da telefonia celular responde por uma base de 180 milhões de usuários.

"Não foi uma solução muito fácil, mas chegamos, com esforço dos quatro gabinetes (diretoria), a um consenso," disse Rezende.

A decisão de hoje da Anatel prevê o início da análise do edital de licitação no fim de novembro. Até fevereiro do próximo ano, a minuta deverá estar em consulta pública e a publicação deverá ocorrer em setembro. Até o fim de 2012, a Anatel espera fazer a homologação e a assinatura dos termos de autorização das empresas vencedoras.

Durante a entrevista coletiva de anúncio do cronograma, o presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, afirmou que a decisão da Anatel está alinhada com o planejamento estratégico para o setor e com o Plano Nacional de Banda Larga.

"O nosso interesse é promover a massificação do acesso à banda larga, com a ampliação de oferta de serviços e o surgimento de novos concorrentes", afirmou Sardenberg.

Wednesday, 4 August 2010

Benchmarking de preços de banda larga

A tabela a seguir apresenta o valor para 2009 em US$ para uma assinatura básica mensal de uma plano Internet banda larga (1 Gigabyte incluído), segundo ranking produzido pela UIT. (Measuring the Information Society 2010).

 
 

O Brasil é 97 º mais caro entre 161 países e o valor da cesta para o Brasil (US$ 28,033) é inferior à média de todos os países (US$ 74,15).

Posição

País

US$

1

Rep. Centro Africana

1.329,49

2

Swaziland

857,97

3

Guinea

502,51

4

Malawi

492,60

5

Etiópia

486,51

18

Angola

157,43

 

Média

74,15

39

Noruega

51,02

44

Chile

48,15

51

Alemanha

43,41

52

Rep. Tcheca

43,30

57

Equador

39,90

61

Japão

37,45

63

Peru

36,46

64

Irlanda

36,36

65

Holanda

36,23

66

Austria

36,09

67

França

36,09

68

Suécia

35,47

69

Bolivia

35,15

71

Colombia

34,78

73

Guatemala

34,44

74

Nicaragua

34,42

77

Suíça

32,69

80

Venezuela

31,31

82

Argentina

31,22

85

Hngria

30,27

88

Dinamarca

29,10

89

Belgica

28,99

90

Portugal

28,97

92

Italia

28,84

93

Espanha

28,84

95

Nova Zelandia

28,54

97

Brazil

28,03

99

Africa do Sul

26,89

103

Australia

26,04

104

Korea (Rep,)

25,32

106

Canada

24,78

107

Grécia

23,91

108

Reino Unido

23,81

115

Paraguai

21,64

123

Estados Unidos

19,95

129

Uruguai

18,14

130

China

17,62

136

Mexico

16,24

146

Russia

13,28

158

Israel

6,72

159

Costa Rica

6,29

160

India

5,21

161

Sri Lanka

4,38

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

Tuesday, 3 August 2010

Livros orientam como construir negócios em redes sociais e no twitter

As redes sociais cada vez mais fazem parte da estratégia de negócios das empresas, na verdade estão se transformando em plataformas tecnológicas voltadas para as mais diversas finalidades.

Segundo pesquisa do instituto Nielsen, em junho passado 23% dos internautas no mundo usava seu tempo navegando em redes sociais como Facebook e mandando mensagens via Twitter, em detrimento a e-mails e leitura de notícias.


Por isso, o livro Criando Aplicações para Redes Sociais, de Gavin Bell, da Editora Novatec, 470 páginas, oferece uma passo-a-passo para os iniciantes e ao mesmo tempo uma série de dicas para profissionais experientes cortar atalhos no desenvolvimento de uma aplicação.

Ele está organizado em 18 capítulos – que vão desde o planejamento, passando por gestão de pessoas, software, mudanças organizacionais e comportamentais, padrões, segurança, navegação, conexões, até administração de comunidades - e relata a experiência do autor, que desde 1993 trabalha na área acadêmica, passando por experiência na área de propaganda e mídia (na BBC) e agora está na Nature Network Group, projetando softwares sociais para cientistas.


A obra identifica como estruturar as relações entre o profissional, o site e as comunidades de forma interdependente e como fortalecer as conexões do website para que de fato seja algo que as pessoas vão usar.


Segundo o autor, ele não pode garantir que a leitura deste livro vai permitir que você crie o próximo Flickr ou Facebook, mas você entenderá o que fez desses sites um sucesso, assim como a forma de aplicar as idéias e detalhes na sua atividade.


Twitter para negócios


Outro livro importante lançada pela Novatec é do jornalista, escritor e conferencista Tagil Oliveira Ramos, que escreveu Twitter Chiclete & Camisinha – Como Construir Relacionamentos e Negócios Lucrativos em Redes Sociais, 214 páginas, que ensina como organizar uma rede de contatos para uma comunicação rápida, que pode ser aplicada inclusive aos negócios.


Para isso o autor apresenta como se comportar no relacionamento, na etiqueta e regras que regem o mundo do Twitter, a Twittoesfera, um fenômeno de comunicação com milhões de seguidores.


O leitor poderá se aprofundar nesse universo, para aprender como ter sucesso na ampliação da rede de contatos profissionais ou montar uma operação on line de um negócio de sucesso na rede, com exemplos, segurança e técnicas já testadas.

Sunday, 1 August 2010

Celular, relógio e câmera importados ficam isentos de declaração

O viajante que chega do exterior poderá, a partir desta segunda-feira (2), desembarcar com mais tranquilidade nos aeroportos do país. Em sua bagagem, estarão isentos de impostos produtos como máquina fotográfica, telefone celular e relógio de pulso, desde traga no máximo uma unidade de cada um.

Os bens passam a ser considerados de uso pessoal e não precisam,  portanto, ser declarados na alfândega. Quem chega com eles não precisa preencher formulário e passa direto pelo fiscal com o produto dentro da mala.

Isso já ocorre, por exemplo, com roupas, acessórios, produtos de higiene e cosméticos. Itens de locomoção, como carrinhos de bebê, muletas, andadores, cadeiras de roda, também não precisam mais ser declarados.

Já eletrônicos como notebooks e filmadoras permanecem na lista e devem ser listados nos formulários distribuídos e apresentados ao fiscal. Para não serem tributados, devem atingir no máximo o valor de US$ 500, caso venham de navio ou avião, ou de US$ 300, para quem chega pelas estradas ou rios.

Objetos para presente também não precisam ser declarados, desde que custem no máximo US$ 10 e limitados a 20 unidades. Se dez delas forem iguais, o fiscal considera que são para venda e pode barrar.

Padronização

As regras serão publicadas amanhã numa portaria do Ministério da Fazenda com validade imediata. Na terça-feira (3), sai uma instrução normativa da Receita Federal detalhando melhor os procedimentos dos fiscais nas salas de desembarque.

A ideia é dar mais uniformidade na revista. Hoje, por exemplo, o critério para aferir se bebidas trazidas de fora são para consumo ou para revenda são relativos –o fiscal avalia no momento.

A partir desta semana, haverá limites claros: o viajante entra, no máximo, com 12 litros de qualquer bebida alcoólica, dez maços de cigarro, 25 unidades de charuto e 250 gramas de fumo.

Outra facilidade é o fim da exigência da Declaração de Saída Temporária, em que o viajante, antes de sair do Brasil, tinha que entregar em postos da Receita, listando os eletrônicos que levava. Em vários aeroportos, a regra já não valia.

Para deixar tudo claro, a Receita deverá publicar em resumo das novas regras, de forma semelhante ao que ocorre com a declaração do imposto de renda. De sua parte, é recomendável que o viajante continue trazendo a nota fiscal de tudo que comprar.

Obs: já era tempo disso acontecer, achei que nesse ponto a Receita Federal como sempre dormiu no ponto.

Como consumidores brasileiros, sabemos que tais produtos, são de alto valor aqui em nosso país.

Uma camêra digital moderna que lá custa U$ 100,00 cem dólares, aqui o preço varia de R$1.000 (mil reais) ou até mais dependendo do mesmo modelo.

Sabemos que quando compramos alguma impressora, ou um hd externo, aqui é o dobro do preço.