Monday, 10 October 2011

Banda larga de alta velocidade é o gargalo do "Combo dos Sonhos"

As operadoras do Grupo América Móvil (Embratel, Net e Claro) lançaram um pacote 5-play (Combo Multi) que inclui:

  1. TV por assinatura em alta definição e vídeos sob demanda.
  2. Banda larga fixa (10 Mbps), wi-fi residencial e em locais públicos.
  3. Internet 3G (com modem e por smartphone).
  4. Telefone fixo Embratel com chamadas ilimitadas para outros fixos de qualquer operadora.
  5. Telefone Celular pós-pago.

A oferta representa o "Combo dos Sonhos" de consumo de serviços de telecom e como tal está acessível a uma parcela restrita da população, não só pelo preço, mas pela disponibilidade do serviço.

O preço do Combo

O preço inicial do Combo da América Móvil ( R$ 399,90 por mês) não inclui os canais fechados. Para ter acesso ao pacote inicial de TV por assinatura no Combo Multi2 (77 canais em SD – Standard Definition + 19 canais em HD – High Definition), o cliente terá que desembolsar R$ 499,90 por mês.

Ou seja, tipicamente o cliente atual de HD + Banda Larga de 5 Mbps desembolsará algo como R$ 200,00 a mais por mês para adicionar os serviços: banda larga móvel de 2GB + modem 3g, NET Fone com uso ilimitado para fixos de todo o Brasil + 100 minutos para celulares Claro em todo o Brasil, WiFi ilimitada em hot spots do Grupo, 2 linhas celulares + 1 Smartphone + 100 minutos para NET Fone + 100 minutos locais para móvel ou fixo + 100 torpedos + 200 MB de dados no celular.

O exemplo mostra que a dquirir um Combo é em geral vantajoso. Além de ter um preço menor que o que seria gasto comprando os serviços individualmente, facilita a utilização integrada dos serviços. Esta oferta "Top" será certamente desdobrada em combos com preços menores que permitirão aos usuários balancear o seu "sonho de consumo" com quanto ele pretende gastar com serviços de Telecom.

Em Jun/11, existiam no Brasil 43 milhões de telefones fixos, 39 milhões de celulares pós-pagos, 28 milhões de acessos com celulares ou terminais de dados 3G, 15 milhões de acessos de banda larga fixa e 12 milhões de TV por Assinatura.

Parte destes 12 milhões de assinantes de TV por Assinatura, possui também os outros 4 serviços e seriam candidatos potenciais a adquirir a um combo com estes serviços.

Banda Larga de alta velocidade é o gargalo

Não basta querer adquirir estes 5 serviços (em combo ou não). É preciso que eles estejam disponíveis na residência do usuário.

A telefonia fixa, o celular e a TV por assinatura via satélite estão disponíveis em todos os domicílios e a banda larga 3G em mais de 1.500 municípios (75,4% da população).

A grande dificuldade para atender o "sonho de consumo de telecom" representado pelo Combo da América Móvil é a capacidade de oferecer a banda larga fixa de alta velocidade (10 Mbps).

A América Móvil, por exemplo, só poderia atender hoje um usuário com seu combo nos domicílios cabeados pela Net. Eram 10,8 milhões em 2009 (18% do total Brasil). Esta quantidade cresce se considerarmos os 256 municípios cabeados recentemente pela Embratel.

Telefônica e Oi enfrentam dificuldades semelhantes, mesmo em suas áreas de concessão de telefonia fixa, São Paulo e resto do Brasil respectivamente. Apesar de terem uma rede de telefonia fixa que atende a praticamente 100% dos domicílios urbanos, apenas em parte deles a rede tem capacidade de oferecer banda larga fixa (ADSL) e mesmo assim com velocidades, muitas vezes, abaixo de 2 Mbps.

A oferta de banda larga fixa de alta velocidade (10 Mbps) exige investimentos na rede de acesso com a implantação de soluções baseadas em fibra como o FTTH que a Telefonica está implantando e que estará disponível até o final de 2011 em 1 milhão de domicílios. É bom lembrar que a velocidade dos "sonhos" daqui a 3 anos vai ser maior que os 10 Mbps de hoje.

A TIM pretende oferecer banda larga fixa nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro utilizando a rede da AES Atimus adquirida este ano.

Já na GVT, onde 69% dos clientes têm velocidade maior ou igual a 10 Mbps (5 Mbps é a mínima) a dificuldade para oferecer um combo com todos os serviços está na parte móvel (Celular e Internet 3G), que só poderia ser oferecida hoje em parceria com outras operadoras.

A liberalização da TV a cabo é mais importante para a banda larga fixa que para a TV por Assinatura

Ou seja, a liberalização de licenças de TV a cabo será mais importante para ampliar a oferta de banda larga de alta velocidade do que a de TV por assinatura. A possibilidade de ter uma fonte adicional de receita com TV irá ajudar a aumentar os investimentos em redes de banda larga de alta velocidade.

A demanda de TV por assinatura no Brasil, mesmo a de alta definição, está sendo atendida pelo DTH (Satélite), que ultrapassou em 2011 a TV a Cabo em quantidade de acessos.

Fonte: www.teleco.com.br

Friday, 7 October 2011

Bagagens em viagens aéreas serão rastreadas por celular

Chegar ao seu destino após uma viagem aérea e não encontrar suas malas na esteira de bagagens é uma experiência desagradável pela qual muitas pessoas já passaram. Para evitar o desconforto de esperar por meia hora ou mais em frente à esteira, em breve será possível para as companhias aéreas enviar informes via SMS para os passageiros sobre a situação de suas bagagens assim que desembarcarem. O serviço será oferecido graças a uma parceria entre a Amadeus, empresa que fornece sistemas de gestão para companhias aéreas, e a Sita, especializada no gerenciamento de bagagens em terra em aeroportos ao redor do mundo, ou "ground handling".

A Amadeus e a Sita integraram seus sistemas, respectivamente o "Altéa Departure Control" e o "Sita BagMessage", este último presente em mais de 200 aeroportos. Na prática, as companhias aéreas poderão acompanhar em tempo real, desde o check in, a localização das malas de cada um de seus passageiros. Isso será feito a partir de check points em cada etapa do manuseio da bagagem, usando RFID ou código de barras. O serviço foi batizado de "Altéa Baggage Tracking" e será disponibilizado no começo do ano que vem em 54 aeroportos internacionais. A decisão de como e quando comunicar os passageiros sobre eventuais atrasos ou extravios ficará a cargo de cada companhia aérea.

Segundo um relatório da Sita, 29,4 milhões de bagagens chegaram atrasadas em 2010. Uma pesquisa recente realizada pela Amadeus, por sua vez, aponta que 34% dos viajantes tiveram problemas com entrega de bagagens em voos recentes. E 37% disseram que gostariam de receber informações em seus celulares se suas malas chegaram ao destino.

Futuro

"O perfil do viajante está mudando. Em 2020 haverá uma proporção maior de turistas da terceira idade com saúde e dinheiro para viajar. Para esse público, é preciso oferecer uma experiência melhor de viagem", analisa o diretor regional de tecnologia da informação para América Latina da Amadeus, Gustavo Murad. Além do rastreamento de bagagem, o executivo aposta em vários outros serviços integrados a dispositivos móveis, como acompanhar o status do voo, realizar o check in e verificar direções dentro do aeroporto para conexões, tudo na tela de celulares, smartphones e tablets.

A Amadeus já oferece às suas companhias aéreas clientes a possibilidade de enviar status dos voos por SMS, assim como a realização de check in no celular, tanto via SMS quanto por aplicativo móvel, em Android, iOS e Blackberry.

Fernando Paiva

Empresas devem elevar gastos com mainframe neste ano, indica pesquisa

Apesar de a pressão por redução de custos com TI estar mais em voga do que nunca, o computador de grande porte se mantém valorizado no mercado. Agora, 20 anos depois da onda do “downsizing” que varreu as empresas nos anos 1990 – que levou a substituição de grande parte dos mainframes por redes de microcomputadores, com base na arquitetura cliente/servidor – e depois da consolidação dos PCs e em plena era da internet, a situação continua praticamente a mesma. Ao menos é isso que indica uma pesquisa recente da BMC Software, fabricante de software para aplicações críticas de negócios, realizada com 1.347 profissionais de TI em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Os resultados mostram que a maioria deles continua a ver o mainframe como um sistema essencial para processamento comercial. Os profissionais relataram o mais forte crescimento de Mips (milhões de instruções por segundo de capacidade de processamento) na história da pesquisa, com 84% dos entrevistados declarando esperar um aumento ou uso constante de Mips e 63% indicando que o mainframe irá crescer e atrair novas cargas de trabalho durante o próximo ano. A opinião geral é que o mainframe deve permanecer nas grandes corporações, ao lado de servidores de pequeno e médio porte, em ambientes híbridos de TI.

O estudo revela que 62% dos entrevistados disseram que devem aumentar a capacidade do mainframe da empresa neste ano, alta de 6% em relação ao registrado em 2010. Para Olímpio Pereira, diretor geral de mainframe da BMC Software para a América Latina, isso demonstra que as soluções para computadores de grande porte acompanham o crescimento dos negócios que envolvem alto risco. Hoje, segundo ele, o mainframe é adotado principalmente pelo setor financeiro (26%), seguido por empresas de tecnologia (14%), seguros (13%) e governo (10%), que buscam otimizar o seu uso para acompanhar seu crescimento. “Essas empresas desenvolvem novas aplicações para mainframe, principalmente para suportar um novo serviço de uma unidade de negócio”, diz Pereira.

A necessidade de reduzir custos continua a ser a principal prioridade para 60% dos entrevistados, por isso ainda há um grande interesse desses profissionais em investir no aumento da capacidade do mainframe e, ao mesmo tempo, em melhorar o desempenho. Outras prioridades incluem a recuperação de desastres (34%), modernização de aplicações (31%), a utilização de Mips ou projetos de redução de crescimento (24%), e a redução do impacto de disponibilidade devido a interrupções planejadas ou não (24%).

Pereira explica que, mesmo sendo uma tecnologia cara, os benefícios de se operar com mainframe em um sistema híbrido aparecem no longo prazo, principalmente devido à redução de mão de obra para gerenciar operações, quando comparado ao gerenciamento de servidores e data centers,.

A pesquisa revela, ainda, que há uma forte tendência de uso integrado de dispositivos móveis com mainframe. Um terço dos entrevistados hoje já gerenciam seus ambientes de mainframe via iPad ou outro dispositivo móvel. “Isso mostra, na realidade, a demanda por mobilidade de todo o ambiente híbrido no qual o mainframe está inserido”, analisa Pereira, ao ressaltar que essa funcionalidade ainda não está sendo utilizado para o gerenciamento de aplicações críticas de negócio. Vem daí, diz ele, o interesse de 60% dos entrevistados por ferramentas multiplataforma, em áreas como monitoramento de eventos de automação e gerenciamento de mudanças.

Pereira vê o mainframe como crucial para consolidação da computação em nuvem. “Provedores de cloud computing têm falado que o volume de dados operado por eles deve crescer significativamente em pouquíssimo tempo. O mainframe realiza o processamento massivo de dados com a segurança necessária para que as operações não entrem em colapso”, explica, o que justificaria o grau de confiabilidade do mainframe expressado pelos executivos.

Wednesday, 5 October 2011

Tendência das redes sociais corporativas

Uma das possíveis razões do fracasso das redes sociais corporativas é a falta de integração das ferramentas sociais num trabalho conjunto. Portanto, não se trata do conceito semântico de redes sociais, mas da falta de integração delas ao conjunto de aplicações das empresas atreladas ao trabalho cotidiano.


A maioria dos negócios existentes é desempenhada por sistemas existentes que não possuem características provenientes das redes sociais. Muitos sistemas, tais como os de ERP,CRM e HRM simplesmente adicionam camadas sociais em seus produtos, isto não implica que esta incorporação resultará num sistema social corporativo efetivo.

 

Ao invés de incorporar deve-se integrar as características das redes sociais que irão resultar numa real co-participação. Com os avanços expressivos da tecnologia de informação e com o surgimento da especificação OpenSocial 2,0 as rede sociais passam a gerar uma oportunidade genuína de integração dos departamentos e atividades funcionais nas empresas.


O simples uso de redes sociais as converte em ferramentas esparsas sem nenhuma funcionalidade de negócio nas organizações. Este é certamente o caso em que não se deve investir em redes sociais nas corporações, Todavia se o escopo empresarial for desencadear um potencial inexplorado interno dos funcionários, com foco bastante cognitivo, uma absorção do capital intelectual e o aumento da produção coletiva, então as empresas devem investir seus recursos nas redes sociais.


Para o sucesso das redes sociais, é mister direcionar o forte engajamento e a participação delas em todos os pontos funcionais e críticos dos processos de negócio internos da empresa. O maior fracasso ocorrerá na ausência de um fluxo de integração. Para alcançar esta integração é necessário uma transformação cultural geral na empresa, sendo importante definir uma a estratégia social onipresente na empresa, que seguramente virá a modificar a cultura empresarial, permitindo a integração dos processos de negócio.
O uso de redes social envolve a evolução e participação da esfera tecnológica, mas o mais importante para as corporações, são elas imbuírem-se sem demarcações do negócio fim da empresa. Como resultado desta tentativa de integração com o negócio empresarial, surgem alguns componentes descritos que podem auxiliar na elaboração de um vínculo coeso entre as redes sociais e o fluxo funcional da empresa:


I. Aplicações Sociais - permite encapsular as aplicações existentes de negócio num envelope social que admita a interação entre elas.
II. Encapsulamento Social - é o foco total no negócio, envolver as características das redes sociais de forma que se possa compartilhar as informações internas, produzir notificações sociais e permitir a possibilidade de  transferências de dados e/ou informações entre os sistemas existentes.
III. Integração social – é envolvimento das aplicações empresariais, inserindo-as dentro de plataformas sociais de negócio e acrescentando aos sistemas experiências sociais específicas .

O uso dos componentes descritos acima permitirá a empresa:
• Aumentar a Inovação/Produtividade;
• Estipular uma correlação forte entre o empregado certo para a função certa;
• Resolver problemas internos de produtividade.

Aumento da Inovação/Produtividade
Uma forma de direcionar o crescimento organizacional é acelerar a inovação e assegurar que a empresa inove numa velocidade maior do que seus concorrentes. Por exemplo, a Apple tornou-se um grande sucesso nos últimos 3 anos porque eles inovaram muito mais rápido que seu maior concorrente: Microsoft.

Para que esta inovação e produtividade seja alcançada, é necessário reestruturar a maneira com que as organizações trabalham. É observado que mais de 5,3 horas são desperdiçadas por empregados semanalmente devido a processos internos totalmente ou parcialmente ineficientes. Adicionalmente, duas horas são desperdiçadas por empregados diariamente procurando as informações corretas e sujeitos especialistas num determinado assunto dentro da organização.

A maioria das informações internas das empresas está espalhada nos lugares mais diversos, impossibilitando o acesso e uso delas. Na tentativa de uma solução, muitas companhias acabam  arquitetando “servidores de Informação” na esperança que o funcionário armazene seu saber e experiências. No entanto, isto só permanece no nível departamental, onde cada departamento possui um próprio recinto para armazenar e disponibilizar a informação. O saldo final acaba sendo a fragmentação da informação corporativa  e a frustração dos empregados, já que estes não logram localizar as informações necessárias; eles são obrigados a  "reinventar a roda" e recriar o capital intelectual. É neste instante específico que as redes sociais podem ajudar as empresas, estimulando-as a inovação e ao aumento da produtividade devido ao compartilhamento das informações que trafegam de forma rápida, instantânea e principalmente informal.

A correlação entre o empregado certo para a função certa;
Os desafios na capacidade de um diagnóstico intelectual funcional de seus empregados constatado pela maioria das organizações pode vir a  bloquear o crescimento destas. É mister assegurar que os empregados certos com as habilidades especificas estejam alocados aos projetos que carecem destes recursos.
Com o objetivo de estabelecer esta forte correlação descrita acima, os departamentos de recursos humanos são obrigados a:
A. Estabelecer e implementar estudos para o desenvolvimento de líderes futuros;
B. Desenvolver habilidades e capacitar a mão de obra funcional;
C. Fomentar conhecimento compartilhando e a colaboração da empresa.

No entanto, incorporar criatividade, agilidade e velocidade, não é uma tarefa simples. Despontam uma série barreiras, tais como:
• Funcional;
• Cultural;
• Geográfica; e outras.

Todas podem vir a  restringir a produtividade da equipe e impedir a empresa de executar seu negócio em pleno potencial. Organizações devem superar esses prováveis percalços afim de enfrentar as oportunidades emergentes.


Redes sociais internas(“redes sociais por de trás do firewall “)  possuem a potencialidade de ser a solução. É vital que os funcionários passem a “blogar”, participar de uma wilkipéida empresarial, compartilhar arquivos e/ou informações, participar de fóruns de discussão, participar de comunidades, daí seu capital intelectual poderá ser capturado num único local,denominado de “perfil”. Este perfil facilitará a identificação de indivíduos para o trabalho correspondente.


Simultaneamente, os funcionários podem aprender uns com os outros descobrindo temas de interesse, oportunidades de carreira que melhor correspondam aos seus interesses, aprimorar as habilidades e capacidades. A aprendizagem informal  é essencial para a capacitação dos funcionários permitindo-os a alcançarem o trabalho almejado. Esta informalidade de transferência de conhecimento entre os funcionários tem extrema correlação com a experiência de Hawthorne realizada em 1927, de Elton Mayo, donde se concluiu que a informação informal é vital para o aumento da produtividade nas empresas.

Resolver problemas existentes 
Muitas organizações costumam  gerenciar a gestão do conhecimento com controle centralizado tanto no nível gerencial quanto no próprio armazenamento da informação. Unidades de negócios individuais, departamentos ou divisões elaboram independentemente seu próprio caminho de colaboração em torno de documentos e/ou da informação. Isto representa muitas vezes o uso de produtos de tecnologia diferentes que dificultam ou mesmo impedem o acesso ou a conexão com o resto dos sistemas da empresa.

Uma empresa visando uma plataforma de colaboração social poderá solucionar muitos dos problemas mencionados fornecendo a sua força de trabalho as ferramentas necessárias para compor e acompanhar as suas diversas comunidades, compartilhando dados e informações, além de estimular o reuso do capital intelectual. E muitas empresas conseguem ir muito mais adiante disso, elas conseguem inclusive abolir as barreiras entre os funcionários e os clientes.

Não se pode esperar que a simples construção de uma rede social empresarial fará os funcionários usá-la. As redes social corporativas podem anular as barreira internas das empresas, conectar  seus funcionários e clientes, compartilhar informação útil de forma precisa, tudo visando o aumento da produtividade empresarial. Todavia isso só será alcançado caso os funcionários acreditarem na filosofia empresarial das redes sociais e as usarem integradas aos sistemas do negócio. Um grande exemplo é a implementação de características do “Facebook”dentro de aplicações de CRM.

Todos sabemos que não está na essência do vendedor o acompanhamento atualizado cadastral de seus clientes, contudo a forma com que o “Facebook” o faz facilita e torna a tarefa até meio lúdica, e quem é que não gosta de brincar. Acredito que as rede sociais podem alavancar a sabedoria das pessoas, alavancar o trabalho colaborativo e portanto serem eficazes para as empresas.

Milton Jeronimides, diretor de marketing dfa Intersystems