Friday, 28 September 2007

Microsoft prolonga vendas do Windows XP

A Microsoft planeja continuar vendendo seu sistema operacional Windows XP até o final de junho de 2008, o que retarda a transição planejada para o Windows Vista, seu sistema operacional mais recente, em cinco meses. A maior produtora de software do mundo lançou o Windows Vista em janeiro de 2007, com planos de encerrar as vendas do sistema operacional anterior, o Windows XP, em 30 de janeiro de 2008.

A Microsoft anunciou que a decisão de prorrogar as vendas era resposta a reações dos fabricantes de computadores, segundo os quais ainda há consumidores que desejam comprar o sistema operacional mais antigo.

Alguns consumidores expressaram insatisfação com o Vista porque ele é incompatível com uma série de programas e aparelhos. Os requerimentos de hardware para ele também são significativamente mais altos do que muitos computadores mais antigos são capazes de atender.

A empresa não atribuiu importância à insatisfação com o Vista, dizendo que ele é o sistema operacional com as vendas mais rápidas na história da Microsoft. Pelo final de junho, a empresa havia vendido mais de 60 milhões de licenças do Windows Vista.

A Microsoft informou que os softwares mais vendidos dispõem agora de versões compatíveis com o Vista, e que o sistema operacional aceita 2,2 milhões de aparelhos e periféricos. Sistemas operacionais Windows equipam 95% dos computadores no mundo.

A empresa informou ainda que sempre manteve seus sistemas operacionais antigos disponíveis por dois anos para os consumidores depois do lançamento de uma versão nova, mas que no caso do Vista havia decidido reduzir o prazo a um ano.

"Fomos um pouco ambiciosos ao imaginar que só precisaríamos manter o XP disponível por mais um ano, depois do lançamento do Vista", disse Mike Nash, vice-presidente da Microsoft.

A empresa prevê que as vendas do XP responderão por 22% do faturamento com sistemas operacionais no ano fiscal que se encerra em junho, com o restante cabendo ao Vista. A Microsoft deve atualizar essa projeção ao anunciar seus resultados trimestrais, em outubro.

Fonte: Portal G1

Obs.: Claro que a Microsoft não vai abandonar o Windows XP, pois tanto home users quanto grandes empresas, não vão migrar para um Sistema Operacional, que ainda não esta confiável .

Wednesday, 26 September 2007

Disco rígido usado é 'ouro' para hackers

Ao comprar discos rígidos usados, os piratas virtuais podem ter em suas mãos uma verdadeira mina de ouro. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido, segundo a qual um terço dos HDs usados (hard disks) vendidos ainda contêm informações pessoais sobre seus antigos usuários.

Para realizar o estudo, pesquisadores de diversas universidades compraram 350 discos rígidos em lojas, na internet ou em feiras de itens de informática. Entre os dados encontrados, afirma a publicação "New Scientist", estavam números de conta bancária e cartão de crédito, detalhes sobre salário, dados médicos, histórico de compras on-line e, no hardware das empresas, informações financeiras das corporações.

Em relação a 2006, o número de discos comprados com informações que podem ser úteis para pessoas mal-intencionadas aumentou 3%.

Com esses dados, é possível, por exemplo, realizar transferências financeiras sem a autorização do titular da conta. No mercado negro, diz um estudo da empresa de segurança Symantec, informações de cartão de crédito custam de de US$ 0,50 a US$ 5. Os preços para dados bancários vão de US$ 30 a US$ 400, enquanto senhas de e-mail têm variação de US$ 1 a US$ 350. 

"Uma boa parte dos HDs comprados continham uma mistura substancial de informações pessoais e corporativas", afirmou Andrew Blyth, pesquisador da Universidade de Glamorgan, no País de Gales. "Isso sugere que muitos usuários usam dados corporativos no computador doméstico, o que causa sérias preocupações. Provavelmente há milhões de discos rígidos a venda, agora, com dados altamente confidenciais", continuou o especialista, segundo a "New Scientist".

Além da Universidade de Glamorgan, o estudo contou com a colaboração de profissionais da Universidade de Perth (Austrália), Universidade de Longwood (Virgínia, EUA) e da empresa British Telecom.

 Solução

Brian Littlefair, do Centro de Pesquisa em Segurança da British Telecom, afirma que o problema está na falta de informação. "Muitas pessoas não sabem que simplesmente formatar um disco ou deletar seus arquivos não apaga todos os dados", explicou o especialista. Para ele, a solução está no uso de programas dedicados à exclusão total dos arquivos.

Fonte: Portal G1

Tuesday, 25 September 2007

The bill looms for Broadband Britain



Since then Openreach, as that new business became known, has handed over control of more than 3m of the UK's near 30m phone lines to rivals such as Carphone Warehouse's TalkTalk and Tiscali, so they can provide services from home telephony and broadband internet access to TV. A further 5m BT lines are being rented by rivals, using BT's wholesale product, for broadband services. As a result, the UK residential telephony market is fast becoming one of the most competitive in the world.But the set-up may soon change again since Ofcom is preparing a fundamental rethink of the UK broadband market. The regulator is asking the entire industry what is needed to prepare the country for the digital future as media move online. In this new world, broadband speeds must increase. Will the UK need to dump the copper lines that have connected households for generations? Will the industry have to enter a new era of infrastructure investment? If it does, who will pay for it?


Tomorrow's launch of a wide-ranging Ofcom consultation on so-called "next generation access networks" follows comments last week from Stephen Timms, minister for competitiveness and formerly in charge of e-commerce, that the UK faces a "new challenge"








"Other countries are starting to invest in new, fibre-based infrastructure, delivering considerably higher bandwidth than is available in the UK today," he said in his first major speech in his new role. "It is essential that the UK undertakes timely deployment of technology - we can't lag behind."


Countries such as Korea, Japan, the US and Germany are spending billions building networks based on fibre-optic technology that can deliver broadband speeds far faster than anything possible on the UK's copper wires.


Mr Timms raised the question of whether the government needs to inject funds, but the figures involved are unlikely to please the Treasury. Privately BT reckons that putting fibre into the roadside cabinets that dot Britain's streets and act as the first gatekeeper to the nation's telephone connections could cost anything up to £10bn. Actually getting it into people's homes would cost at least the same again.


In the days before the regulator forced through the separation of BT's local access network from the rest of the business, any discussion about the future would have pitched the former state-owned monopoly against everyone else. But Openreach's chief executive, Steve Robertson, believes times have changed since his business was created and when it comes to deciding where to invest, the whole industry must be involved.


Partnership


Though some in the telecoms market are adamant that the connection between BT and its network is still too close, others such as Carphone Warehouse see Openreach as more of a partner than a competitor. It is a partnership that is becoming increasingly important. As companies offer more and more services over broadband, so the connection itself - as maintained by Openreach - becomes ever more important. Local loop unbundling - the process by which Openreach helps competitors take control of BT's lines - has been a big success. This means that if a person's broadband connection fails, not only do they lose their access to the internet, but their TV or video-on-demand service disappears and increasingly their home phone dies.


New world


The appearance of this new inter-connected market means it is time the industry stopped using Ofcom as a referee in disputes over particular issues and started to work together to decide where it wants this market to go in the long term, Mr Robertson believes.


"If we judge ourselves by historical standards we can make a convincing case to say we are probably delivering better than we have ever delivered," he says. "However, if we judge ourselves on the standards that we are going to have to deliver to support this new market, now is probably the time to be saying we need to rip up the rulebook.


"I think there was a time when it was BT and everybody else, but the new world we are creating is much more complicated than that. There are lots of substantial players who have a stake in this market now. We have to collaborate."


The discussion about next-generation access networks is an obvious candidate for testing out this new approach. In countries such as Germany, the regulator has secured the incumbent operator's return on its investment in new networks by letting it retain any customer it connects. Openreach has no desire to go down this route and, as Mr Robertson puts it, "take the whole value chain". He wants to invest in next-generation technologies but make that platform available to all comers. He already plans to do so for new homes.


The real problem, however, is what to do about upgrading the residential broadband network. The economics simply do not work unless BT Retail and rivals such as Sky, Tiscali and TalkTalk agree to make use of the new technology and pay for it. In essence, "the decision about whether to put fibre in is not just a BT decision", he says. "Our model says we do not take the whole value chain, we do make it available to everybody else and that means the financial case is even more demanding."


The regulator is already examining the undertakings that BT signed up to when it formed Openreach, making sure that the company has met the promises it made during the telecoms strategic review. Those promises prevented the regulator forcibly splitting the network from the rest of the business.


But John Pluthero, head of Cable & Wireless Europe, Asia and US, is in no doubt that Openreach is far from perfect. "The telecoms strategic review was all about relinquishing powers in return for specific measurable undertakings from BT," he said. "Given the number of times BT has breached its undertakings, why would anyone believe that anything has changed?"


Openreach has broken its promises more than a dozen times over the past two years although BT maintains that these breaches were not serious and mostly procedural. But there are certainly still some major issues with the company. In its most recent report, the telecoms adjudicator said Openreach was still too slow in dealing with some of the faults reported by its customers.


Ever since it was created there have been questions about whether Openreach should remain part of BT. Its creation has arguably helped create a vibrant and competitive broadband market in the UK, but with Ofcom asking what the industry should look like, it remains to be seen whether Openreach will get to blow out its next set of birthday candles.


Explainer: Next generation


The rapid rise in broadband usage across the UK has fuelled a boom in online content. From high-specification newspaper websites and music download sites to video content, the market is expanding. But to access all this digital content, internet users need ever-faster connections. This year the government's independent adviser, the Broadband Stakeholder Group, warned that by 2012 British internet connections will need to be about 10 times the speed they are now. The average UK broadband household gets somewhere between two megabits a second - 50 times faster than dial-up - and eight megabits. BT's copper wires are able to get up to 24 megabits a second in some cases and the company plans a nationwide 24 megabits service next year. But in cities such as Hong Kong and Seoul, 100 megabit connections are common. The question to be posed by Ofcom tomorrow is whether the network must be junked in favour of new fixed-line technologies such as fibre-optic cables or augmented by technologies such as high-speed wireless broadband.




Fonte : theguardian.co.uk

Gerenciando Mudanças com Segurança

Marcos Donner

Mudanças fazem parte de nossas vidas, não temos com fugir desta realidade. Também não é novidade para ninguém que em ambientes de tecnologia, as mudanças têm presença constante, ainda mais com a velocidade que surgem novas soluções ou itens de infra-estrutura para suporte à gestão ou oportunizar negócios.

Se as mudanças naturais que ocorrem no dia-a-dia das pessoas e organizações já geram complicações, podemos imaginar os impactos quando abordamos as infra-estruturas de tecnologia cada vez mais complexas em nossas empresas. Indisponibilidade ocasionada por alterações de sistemas, ativos de rede, servidores ou processos não modificam somente as rotinas das áreas de tecnologia, também tem impacto significativo na vida dos demais clientes internos e principalmente dos externos. Este é o ponto que vamos abordar no processo de mudança e um dos principais aspectos de segurança da informação que devemos preservar a disponibilidade. Qualquer profissional de segurança, do nível mais operacional ao executivo, jamais pode esquecer que é responsabilidade de sua área assegurar que um ativo esteja disponível sempre que a organização necessitar, e principalmente quando um processo de negócio depender dele. Para àqueles diretamente ligados à segurança da informação, este é o real propósito de um processo de gestão de mudanças, a continuidade de negócios. Precisamos minimizar riscos e garantir o menor impacto possível na troca ou modificação em um ativo crítico da nossa infra-estrutura.

Cada vez mais a rotina dos profissionais de tecnologia é caracterizada pela pressão por resultados, redução de custos, otimização de operações e pela transparência, buscando o alinhamento da tecnologia às estratégias da empresa. Neste contexto fica claro que a eficiência da gestão de segurança, do gerenciamento de projetos e da infra-estrutura, e a existência de controles adequados será vital para um processo de mudanças menos doloroso. Para nossa sorte, normas, arquiteturas de trabalho, melhores práticas e os frameworks profundamente abordados quando falamos em governança, de TI tem sido extremamente efetivos para mudanças bem sucedidas.

Frameworks de governança e os processos de mudança

Modelos pré-estabelecidos ou "receitas" prontas não existem. A combinação de algumas metodologias e estruturas de trabalho, adequadas à realidade da empresa e o tipo de mudança no ambiente de TI, é que vão determinar o sucesso. Entre os principais métodos de trabalho e normas abordados para governança estão a ISO 17799:2005 e ISO 27001, CobiT, Itil, PMI entre outros. Faremos uma breve abordagem sobre as contribuições preciosas destes modelos para um processo de mudança com sucesso.

ISO 17799:2005

O desafio é assegurar conformidade com as políticas de segurança após um processo de mudança. O ideal é que a área de segurança atue ativamente nos processos de mudança, pois os aspectos básicos de segurança (confidencialidade, integridade e disponibilidade) podem ser comprometidos se as mudanças não forem bem gerenciadas.

Uma alteração em uma ferramenta de segurança de redes, por exemplo, se não for bem administrada pode comprometer o ambiente e gerar graves vulnerabilidades à infra-estrutura da empresa. Com o objetivo de garantir a disponibilidade e integridade, é que a segurança deve estar por dentro de todos os passos ligados à mudança.

A ISO 17799:2005 em sua seção de Gerenciamento de Operações e Comunicações (10), controle 10.1.2, trata especificamente de Gestão de Mudanças. Segundo a norma convém que existam controles rígidos em modificações de recursos de processamento da informação e sistemas. Deve ser considerada a identificação e registro das mudanças significativas, deve haver planejamento e testes das mudanças, avaliação de impactos, procedimentos formais de aprovação das mudanças, comunicação dos detalhes das mudanças e procedimentos de recuperação incluindo responsabilidades pela interrupção e recuperação de mudanças em casos de insucessos ou eventos inesperados. Algumas destas orientações poderão parecer repetitivas, quando abordarmos o processo de Gerencia de Mudanças do CobiT, a seguir, mas é esta estrutura que motiva nosso PDCA a, girar, e trabalharmos em busca da melhoria contínua.

CobiT - Control Objectives for Information and Related Technology

O CobiT é um modelo composto por padrões e controles criados para orientar na implementação, revisão, administração e monitoração dos ambientes de TI. Para isso, os processos de tecnologia são agrupados em 4 domínios: planejamento e organização; aquisição e implementação; entrega e suporte e monitoração. As atividades de TI são estruturadas através de 34 processos de controle e mais de 300 parâmetros relacionando entre outros fatores, riscos de negócio e necessidades de controle.

Um dos processos do CobiT é a Gerencia de Mudanças, que tem por objetivo minimizar a probabilidade de alterações indevidas, erros e indisponibilidade. De acordo com sua metodologia, existem alguns requisitos para o sucesso de um processo de mudança. Entre suas orientações, destacamos a adequação das equipes com os processos de mudança, a garantia de que as etapas de mudança sejam registradas e que os recursos sejam alocados corretamente. Para isso devem estar claras as responsabilidades, papéis e níveis de aprovação. Também deve haver registros íntegros das mudanças em sistemas, aplicações e infra-estrutura, avaliação das interdependências entre processos e controle do início e fim de cada etapa.

Itil - Information Technology Infrastructure Library

Basicamente uma biblioteca de boas práticas para gerenciamento da infra-estrutura de TI. O Itil estabelece seis domínios de atuação para TI e entre os processos estabelecidos está o gerenciamento de mudanças, contemplando as melhores práticas para alterações na infra-estrutura de tecnologia das organizações. Entre seus processos de Service Support, existe um capítulo dedicado a gestão de mudanças, (8. Change Management), orientando a estabelecer os reais objetivos de uma mudança, seu escopo, planejamento e implementação, entre outros aspectos fundamentais para efetividade do processo.

PMO - Project Management Organization

A metodologia do PMI (Project Management Institute) fornece práticas para busca de ganhos mensuráveis e vantagens estratégicas no desenvolvimento de projetos. Os objetivos são melhores resultados, aplicar os conhecimentos originários de outros projetos (lições aprendidas), compartilhar habilidades e técnicas para atingir às necessidades e expectativas dos clientes e demais partes interessadas.

Esta metodologia tem sido considerada fator crítico de sucesso para um processo de mudanças. Segundo o PMI projetos são instrumentos para qualquer atividade de mudança e geração de serviços e produtos. Entre suas principais orientações em relação à gestão de mudanças podemos citar a adoção de uma sistemática para o controle de mudanças, onde procedimentos para mudanças devem integrar os controles com todas as áreas envolvidas.

Concluindo..

Enfim, todas estas estruturas de trabalho podem ser extremamente úteis, se adequadas à realidade de cada empresa. Se consolidarmos os ganhos com a adoção destes métodos e adotarmos estas melhores práticas e estruturas de trabalho estressadas pela governança de TI, teremos nossos processos de mudança cada vez mais eficazes e menos traumáticos.

Fonte.: Modulo Security

Obs.: Se fala muito em COBIT, SOX e outras Normas ISSO, mas no dia-a-dia as aplicações se tornam um grande gargalo para as grandes corporações.

O Profissional de T.I esbarra muitas vezes em problemas como custo de investimento e ROI.

As atividades de T.I envolvem um grande custo operacional que as vezes a Diretoria não entende.