...aspectos legítimos de seu negócio com seus clientes e parceiros de negócios, mas muitos deles nem abrem suas mensagens. Pesquisas recentes indicam que aproximadamente 80% dos clientes de instituições financeiras não respondem a mensagens eletrônicas e 19% não utilizam Internet Banking com receio de fraudes ou roubo de identidade. Estatísticas como essas com certeza lhe fazem refletir se a confiança na comunicação via correio eletrônico entre sua empresa e seus clientes algum dia poderá ser restaurada. Felizmente, várias empresas e organizações estão trabalhando para restaurar a eficiência inicialmente obtida na utilização do correio eletrônico como meio eficiente na comunicação de negócios.
Para ajudar a recuperar a confiança quase perdida, a “Abordagem em Camadas” na comunicação via correio eletrônico está gradativamente ganhando terreno. Protocolos de autenticação utilizados por plataformas de correio eletrônico, como por exemplo o servidor MDaemon da Alt-N Technologies, usam DKIM (Domain Keys Identified Mail) e Sender ID para confirmar a autenticidade de mensagens eletrônicas. De acordo com a AOTA (Authentication and Online Trust Alliance), uma associação de empresas cujo foco é facilitar as melhores práticas e a implementação de padrões de autenticação e verificação de reputação, aproximadamente sete milhões de domínios e 43% do tráfego de correio eletrônico contém alguma forma de autenticação. Mas a autenticação é apenas uma das muitas camadas de proteção necessárias para restaurar a confiabilidade tão desejada pelos usuários de correio eletrônico.
Outra área a ser trabalhada é a utilização prática de serviços de certificação e reputação de correio eletrônico. Apesar de hoje existirem algumas formas exclusivas e proprietárias de certificação disponíveis no mercado, um enfoque num padrão aberto seria de grande valia para levar este tipo de tecnologia a um número maior de organizações e usuários.
Os esforços do Domain Assurance Council (www.domain-assurance.org) estão focando esta questão e recentemente introduziram uma tecnologia chamada “Vouch by Reference – VBR” (Afiançar por Referência). Basicamente a VBR é um mecanismo pelo qual se obtém dados de certificação. A certificação é um processo onde uma fonte confiável atesta o bom comportamento ou reputação de um terceiro. Se sua organização confia no julgamento da entidade que está certificando, seria possível então eliminar por completo os custosos processos de filtro de spam. O resultado final é a criação de uma comunidade de usuários confiáveis de correio eletrônico que utilizam esta tecnologia.
Entretanto, o que é possível ser feito caso sua organização seja de pequeno porte e não possua uma equipe de TI em tempo integral administrando sua plataforma de comunicação via correio eletrônico? Isto significa que a implementação de uma plataforma segura e confiável pode ser feita somente por grandes organizações ou através de um ajuste da solução ao tamanho de seu negócio? Em absoluto. Existem algumas camadas de defesa que podem ser consideradas na análise do desempenho de seu servidor de correio eletrônico.
Outbreak Protection: sistema de análise em tempo real de milhões de padrões de correio eletrônico na Internet, visando detectar ameaças como spam, vírus e códigos maliciosos.
Análise de Conteúdo: O servidor de correio eletrônico deve ser capaz de trabalhar com várias tecnologias de detecção de ameaças como, por exemplo, a classificação Bayesiana, o aprendizado heurístico, a verificação de endereço do remetente, identificação de palavras-chave, detecção de vírus e a remoção de arquivos anexos potencialmente perigosos.
Autenticação e Restrições de Acesso: O servidor deve sempre solicitar autenticação dos usuários no envio de mensagens requisitando senhas robustas, além da óbvia limitação dos endereços autorizados a enviar e receber de mensagens. Alguns servidores podem restringir automaticamente o acesso de usuários suspeitos através da análise e resposta em tempo real a padrões de comportamento potencialmente perigosos.
Verificação, Reputação e Avaliação de Comportamento: Os spammers e outros predadores virtuais exibem padrões de comportamento comuns no envio de correio eletrônico. Essas características são de fácil detecção e incluem o uso irrestrito de servidores abertos para reenvio de mensagens (open-relay), a falsificação ou máscara (spoofing) da identidade dos remetentes, a alteração de mensagens em transito e o envio de milhares de correio eletrônicos diariamente. Para identificar essas questões, os servidores devem usar tecnologias como “listas negras” (DNS black lists), DKIM (Domain Keys Identified Mail), Sender ID, Reverse Lookups, Greylisting e Tarpitting.
Criptografia: O padrão de mercado SSL e a criptografia da camada de transporte (TSL) devem fazer parte de todo e qualquer aplicativo de correio eletrônico. Ambas utilizam certificados de autenticação e criptografia de dados visando proteger o servidor contra interceptação, alteração e falsificação de mensagens.
A Alt-N Technologies tem mais de 70.000 servidores de correio eletrônico instalados em todo o mundo, ajudando a combater as ameaças à segurança de correio eletrônico, buscando restaurar a confiança das organizações nesta importante ferramenta de comunicação.
A empresa recebeu em 2007 o prêmio “Liderança na Segurança Online” da AOTA – Authentication and Online Trust Alliance (www.aotalliance.org) por disponibilizar no mercado soluções que ajudam a restaurar a segurança e a confiança nas comunicações online.
O desafio de aumentar a confiabilidade nas comunicações via correio eletrônico entre as organizações e seus clientes continuam, ao mesmo tempo em que várias soluções, como, por exemplo, o servidor MDaemon, colaboram de maneira decisiva nessa batalha.
Saturday, 26 July 2008
Thursday, 17 July 2008
Banco do Brasil empresta R$ 4,3 bilhões para Telemar
A Telemar Norte Leste, holding da Oi, divulgou comunicado ao mercado nesta quarta-feira (16/7) para informar que captou R$ 4,3 bilhões junto ao Banco do Brasil, na forma de cédula de crédito bancário. O dinheiro será usado na operação de compra da Brasil Telecom (BrT). O empréstimo tem prazo de oito anos e taxas de CDI (Certificado de Depósito Interbancário, mais 1,3% ao ano. A Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, é um dos controladores da Oi.
No fim de abril, a Oi anunciou o acerto para a compra da BrT por R$ 5,8 bilhões. A operação, contudo, pode alcançar um custo total superior a R$ 12 bilhões, se incluídos o tag along (transferência integral ou parcial do prêmio de controle), a aquisição de ações preferenciais da BrT e o pagamento feito à BrT e ao Opportunity para o fim da briga judicial que travavam.
Política
Uma fonte da Oi ouvida antes da prisão de Daniel Dantas esperava que o decreto presidencial para a mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO), que viabilizará a fusão com a BrT, seria assinado apenas no fim do ano, após as eleições municipais. Essa fonte entendia que não haveria condição política antes das eleições para assinar o decreto.
Agora, com as revelações trazidas à tona pela investigação da Polícia Federal sobre os negócios de Daniel Dantas, o cenário político se complica ainda mais. As escutas telefônicas realizadas pela PF revelaram o lobby do Opportunity junto ao Planalto para viabilizar a compra da BrT pela Oi, o que resultou em um acordo para a saída do banco de Dantas do negócio.
No fim de abril, a Oi anunciou o acerto para a compra da BrT por R$ 5,8 bilhões. A operação, contudo, pode alcançar um custo total superior a R$ 12 bilhões, se incluídos o tag along (transferência integral ou parcial do prêmio de controle), a aquisição de ações preferenciais da BrT e o pagamento feito à BrT e ao Opportunity para o fim da briga judicial que travavam.
Política
Uma fonte da Oi ouvida antes da prisão de Daniel Dantas esperava que o decreto presidencial para a mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO), que viabilizará a fusão com a BrT, seria assinado apenas no fim do ano, após as eleições municipais. Essa fonte entendia que não haveria condição política antes das eleições para assinar o decreto.
Agora, com as revelações trazidas à tona pela investigação da Polícia Federal sobre os negócios de Daniel Dantas, o cenário político se complica ainda mais. As escutas telefônicas realizadas pela PF revelaram o lobby do Opportunity junto ao Planalto para viabilizar a compra da BrT pela Oi, o que resultou em um acordo para a saída do banco de Dantas do negócio.
Banco do Brasil empresta R$ 4,3 bilhões para Telemar
A Telemar Norte Leste, holding da Oi, divulgou comunicado ao mercado nesta quarta-feira (16/7) para informar que captou R$ 4,3 bilhões junto ao Banco do Brasil, na forma de cédula de crédito bancário. O dinheiro será usado na operação de compra da Brasil Telecom (BrT). O empréstimo tem prazo de oito anos e taxas de CDI (Certificado de Depósito Interbancário, mais 1,3% ao ano. A Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, é um dos controladores da Oi.
No fim de abril, a Oi anunciou o acerto para a compra da BrT por R$ 5,8 bilhões. A operação, contudo, pode alcançar um custo total superior a R$ 12 bilhões, se incluídos o tag along (transferência integral ou parcial do prêmio de controle), a aquisição de ações preferenciais da BrT e o pagamento feito à BrT e ao Opportunity para o fim da briga judicial que travavam.
Política
Uma fonte da Oi ouvida antes da prisão de Daniel Dantas esperava que o decreto presidencial para a mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO), que viabilizará a fusão com a BrT, seria assinado apenas no fim do ano, após as eleições municipais. Essa fonte entendia que não haveria condição política antes das eleições para assinar o decreto.
Agora, com as revelações trazidas à tona pela investigação da Polícia Federal sobre os negócios de Daniel Dantas, o cenário político se complica ainda mais. As escutas telefônicas realizadas pela PF revelaram o lobby do Opportunity junto ao Planalto para viabilizar a compra da BrT pela Oi, o que resultou em um acordo para a saída do banco de Dantas do negócio.
No fim de abril, a Oi anunciou o acerto para a compra da BrT por R$ 5,8 bilhões. A operação, contudo, pode alcançar um custo total superior a R$ 12 bilhões, se incluídos o tag along (transferência integral ou parcial do prêmio de controle), a aquisição de ações preferenciais da BrT e o pagamento feito à BrT e ao Opportunity para o fim da briga judicial que travavam.
Política
Uma fonte da Oi ouvida antes da prisão de Daniel Dantas esperava que o decreto presidencial para a mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO), que viabilizará a fusão com a BrT, seria assinado apenas no fim do ano, após as eleições municipais. Essa fonte entendia que não haveria condição política antes das eleições para assinar o decreto.
Agora, com as revelações trazidas à tona pela investigação da Polícia Federal sobre os negócios de Daniel Dantas, o cenário político se complica ainda mais. As escutas telefônicas realizadas pela PF revelaram o lobby do Opportunity junto ao Planalto para viabilizar a compra da BrT pela Oi, o que resultou em um acordo para a saída do banco de Dantas do negócio.
Wednesday, 16 July 2008
Sun, IBM Each Claim Firsts in Tape Storage
Rivals Sun and IBM launch 1TB tape drives one day apart. Sun claims it was the first such storage tape device. IBM says its storage offering is faster.
Sun Microsystems on July 14 launched the world's first enterprise tape drive capable of carrying 1 terabyte worth of data. A day later, rival IBM July 15 followed suit with its own 1TB drive that it claims is the fastest on the market.
These aren't storage drives for the faint of wallet. Sun's costs about $37,000 plus tax, and IBM's retails for a tad more at $39,050.
The Sun StorageTek T10000B tape drive, which uses wired-Fibre Channel connectivity and is described by the company as "eco-efficient" due to its low power usage, can be deployed in either open or mainframe-system environments.
The T10000B provides for media re-use and backward read/write compatibility, allowing users who standardized on earlier versions of the T10000 product line to gain double capacity on existing cartridges.
It will be available late this month. More information is available here.
IBM's System Storage TS1130 tape drive features an I/O rate of 160MB per second, slightly faster than Sun's 120MB per second. One terabyte of capacity can house the text of about 1 million books, an IBM spokesperson said.
The new tape drive is aimed at midsized, as well as enterprise clients, across financial, life sciences and public sector industries who are seeking massive data protection, compliance and archive solutions needed over the long term. It is designed to be utilized alongside IBM's tape virtualization and automation software.
The TS1130 uses a GMR (Giant Magnetoresistive) sensitive read/write head design that results in fewer data read errors, the company claims.
The tape drive uses existing No. 3592 rewritable and WORM cartridges. It offers backward compatibility with support for IBM generation 1, 2 and 3 systems; it supports read and write for generation 2 and read only for generation 1.
It also supports drive-based data encryption. The TS1130-based encryption and associated Encryption Key Manager are compatible with a variety of operating system environments, including Windows, Linux and Unix.
The TS1130 will be available worldwide direct from the company and from resellers Sept. 5. IBM is also offering an upgrade from existing drives for $19,500 and backward media compatibility. For more information, go here.
Sun Microsystems on July 14 launched the world's first enterprise tape drive capable of carrying 1 terabyte worth of data. A day later, rival IBM July 15 followed suit with its own 1TB drive that it claims is the fastest on the market.
These aren't storage drives for the faint of wallet. Sun's costs about $37,000 plus tax, and IBM's retails for a tad more at $39,050.
The Sun StorageTek T10000B tape drive, which uses wired-Fibre Channel connectivity and is described by the company as "eco-efficient" due to its low power usage, can be deployed in either open or mainframe-system environments.
The T10000B provides for media re-use and backward read/write compatibility, allowing users who standardized on earlier versions of the T10000 product line to gain double capacity on existing cartridges.
It will be available late this month. More information is available here.
IBM's System Storage TS1130 tape drive features an I/O rate of 160MB per second, slightly faster than Sun's 120MB per second. One terabyte of capacity can house the text of about 1 million books, an IBM spokesperson said.
The new tape drive is aimed at midsized, as well as enterprise clients, across financial, life sciences and public sector industries who are seeking massive data protection, compliance and archive solutions needed over the long term. It is designed to be utilized alongside IBM's tape virtualization and automation software.
The TS1130 uses a GMR (Giant Magnetoresistive) sensitive read/write head design that results in fewer data read errors, the company claims.
The tape drive uses existing No. 3592 rewritable and WORM cartridges. It offers backward compatibility with support for IBM generation 1, 2 and 3 systems; it supports read and write for generation 2 and read only for generation 1.
It also supports drive-based data encryption. The TS1130-based encryption and associated Encryption Key Manager are compatible with a variety of operating system environments, including Windows, Linux and Unix.
The TS1130 will be available worldwide direct from the company and from resellers Sept. 5. IBM is also offering an upgrade from existing drives for $19,500 and backward media compatibility. For more information, go here.