Tuesday, 28 October 2008

Salvando tudo na rede

Conheça sites que guardam seus arquivos e permitem mostrá-los aos amigos

Rio - DVDs, CDs e pendrives cumprem a tarefa de guardar arquivos que precisamos ter sempre por perto. Contudo, para os que preferem ter seus dados online e poder acessá-los em qualquer computador conectado, não faltam sites para armazenamento de dados. A maioria oferece de graça um serviço limitado, e cobra por versões mais completas.
Um dos mais simples é o Media Fire (www.mediafire.com) que dispensa até inscrição. O site envia um cookie para o seu computador, um arquivo que permite identificar o usuário. Entretanto, é aconselhável criar uma conta gratuita no serviço.

ESPAÇO ILIMITADO

A versão gratuita oferece espaço ilimitado para guardar arquivos, contanto que nenhum deles supere 100 MB. Para receber arquivos maiores ou transferi-los de outro site é preciso um plano pago. O plano mais em conta sai por 6,97 dólares por mês (cerca de R$ 15).

A interface mostra o andamento do upload e a velocidade da transferência. Ao enviar imagens, por exemplo, pode-se criar uma pasta nova e atribuir tags (palavras-chave) para identificar o álbum. Cada arquivo recebe um código de compartilhamento, que pode ser uma URL, ou um código HTLM para inserir a imagem em sites ou blogs. Um inconveniente é não deixar arrastar os arquivos entre as pastas.

Outra opção interessante é o Steekr (www.steekr.com), que tem versão em português e permite armazenar gratuitamente até 1GB. A interface simples e bem resolvida separa os campos por abas para os arquivos salvos online, links recebidos, links enviados e contatos.

Pode-se enviar vários arquivos de uma vez, selecionando-os no Internet Explorer e arrastando-os para uma área do site.

O Steekr também faz o streaming dos arquivos, ou seja, permite exibi-los remotamente. No caso de fotos, marque as preferidas e selecione Play para vê-las numa apresentação de slides. Há pastas separadas para documentos, músicas, vídeos e imagens. Se preferir, faça um widget com suas imagens, gerando para o álbum um endereço que pode ser publicado em blogs e sites.

Também não dá para arrastar os arquivos entre pastas. Para mover os documentos e reorganizá-los, marque-os e vá na opção Mover.

Há quatro versões de planos pagos de 5 GB, 10 GB, 20 GB e 100 GB. O mais barato sai por 35 dólares por ano (cerca de R$ 76) e o mais caro custa 110 dólares por ano (cerca de R$ 240).

MICROSOFT NAS NUVENS

O Windows Live Skydrive (http://skydrive.live.com) oferece 5GB gratuitos. Quem usa hotmail ou messenger não precisa criar conta, basta usar a Live Id (nome de usuário e senha). O visual também é limpo, e conteúdo separado em pastas pessoais, compartilhadas e públicas. As pastas compartilhadas podem ser vistas por usuários autorizados, enquanto as públicas são abertas a qualquer internauta. Os pastas pessoais separam documentos, favoritos, fotos e vídeos. O site permite subir até cinco arquivos de cada vez, com até 50 MB cada. O gerenciamento é limitado, e não permite arrastar o arquivo de uma pasta para outra. Como é integrado aos demais serviços Windows Live, o Skydrive permite usar contatos do MSN para compartilhar arquivos, adicionar novos, além de editar seu espaço e seu perfil no serviço.

Fonte: Jornal O Dia

Monday, 27 October 2008

Cidades nos EUA testam rede móvel sem fio WiMax

E se você pudesse levar sua forte e rápida conexão Wi-Fi para onde quer que fosse? Essa é a idéia que embasa um novo serviço da Sprint, chamado Xohm, que leva o sistema Wi-Fi ao seu extremo lógico. A tecnologia que o possibilita porta, merecidamente, o nome WiMax. Ainda que não esteja em uso amplo nos Estados Unidos, um teste do serviço em Baltimore, onde ele foi recentemente introduzido, sugere que um dia ele pode se tornar opção sólida para fazer coisas online e até telefonemas, de qualquer lugar.

É claro que existem também diversos motivos para que a tecnologia possa se tornar uma nota de pé de página histórica, especialmente o fato de que não funciona em todas as partes de todas as cidades, e muito menos em todo o país. Os serviços de acesso a hot spot oferecidos por operadores de telefonia móvel como a Sprint têm alcance muito maior. Mas para quem vive em área coberta pelo serviço Xohm ,ele chegará a Washington e Chicago nos próximos meses, e depois a Filadélfia, Dallas, Fort Worth no Texas, e Providence, Rhode Island- , o custo mensal de entre US$ 35 e US$ 65 pode valer a pena.

Por US$ 35, os assinantes recebem serviço doméstico de banda larga para uso em múltiplos computadores; mensalidade de US$ 45 permite conexão em casa ou móvel, em um laptop ou outro aparelho móvel; US$ 65 amplia a cobertura a múltiplos aparelhos móveis.

A perspectiva de obter serviço sem fio rápido fora de casa e ao mesmo tempo abrir mão do provedor doméstico de acesso pode ser atraente para muitas pessoas, porque a combinação não está disponível nos serviços de dados de muitas operadoras de telefonia móvel.

Na verdade, muitos dos clientes da Xohm terão de pagar custo adicional. Para receber o sinal, é necessário um laptop com chip WiMax, e só existem oito modelos de máquinas que o oferecem no mercado (a mais barata é o Lenovo SL500, por US$ 570; eu usei no teste um Lenovo X301 de US$ 2.560).

Se vocêintel-wimax não tiver uma máquina como essa precisará de um adaptador externo ou cartão para computador (US$ 60), e para montar uma rede caseira você precisará de um roteador Xohm (US$ 80). Caso você esteja apenas de passagem por uma cidade coberta pelo serviço Xohm e disponha do equipamento necessário, pode adquirir acesso por 24 horas a US$ 10.

 

Assim que você chega à área de cobertura, o serviço funciona de forma bem parecida à de uma conexão Wi-Fi caseira, na qual você não precisa digitar uma senha sempre que se conecta. Em lugar disso, depois que você assina, a rede reconhece seu aparelho quanto ele estiver ao alcance.

Em minha visita a Baltimore na semana passada, o Xohm funcionou em velocidade de banda larga não importa que exigências eu impusesse. Abri janelas múltiplas de navegador, e assisti a vídeos simultaneamente nelas sem problemas. Tentei acesso em becos e em corredores estreitos de hotel, e a conexão continuou funcionando com a mesma qualidade.

E como a velocidade do sistema se compara à de concorrentes cabeados e sem fio? A Time Warner, que cobra US$ 50 ao mês por banda larga via cabo, apresentava média de três megabits de download por segundo em Nova York, na segunda-feira, e de um megabit por segundo para upload, de acordo com a Keynote Systems, uma empresa que acompanha conexões móveis à Internet.

As conexões do Xohm podem ser mais rápidas; a empresa quer prover velocidade de quatro megabits por segundo em download e de 1,5 megabit por segundo em upload.

Os serviços de acesso das operadoras de telefonia móvel oferecem diferentes velocidades, mas o Broadband Connect, da AT&T, como exemplo, apresenta média de velocidade muito inferior à do Xohm. A média é de 400 kilobits a 700 kilobits por segundo em downloads e um máximo de 384 kilobits por segundo em uploads. O serviço custa entre US$ 20 e US$ 60 ao mês, a depender do volume de dados a ser usado.

Os resultados individuais variam. Porque o Xohm só está ativo há um mês, eu estava dividindo seu sinal com apenas um punhado de pessoas. Mas a rede em breve estará ocupada por milhares de usuários que trocam arquivos de música e vídeo e sugam muita banda. A Xohm afirma que, quando o sistema tiver mais usuários, ela aumentará o número de torres transmissoras ou oferecerá serviço a preço e acesso diferenciado, o que forçará algumas pessoas a pagar mais por uma velocidade maior de transmissão de dados.

O tipo de aparelho usado também afeta a velocidade - e é aqui que a história da WiMax começa a se tornar mais interessante, ou mais complicada, a depender de seu ponto de vista. A Xohm diz que porque é mais barato produzir chips WiMax do que os chips de comunicação de alguns celulares inteligentes, ela antecipa que a indústria logo apresente diversos aparelhos capazes de se conectar à rede.

O primeiro deles é o Nokia N810 WiMax Edition, uma espécie de computador de mão colocado à venda por US$ 493 na semana passada. O Nokia é um pouco maior e bem mais pesado que um iPhone, e inclui uma grande tela de toque, mas não pode ser usado para chamadas convencionais de telefonia móvel. Em lugar disso, ele faz ligações usando software de telefonia via Internet como o Skype e o Gizmo5.

Fonte: Portal Terra

Friday, 24 October 2008

Teste de banda larga sem fio WiMax chega a São Paulo

Clientes pré-selecionados dos bairros paulistanos de Pinheiros e Jardins terão acesso, a partir desta sexta-feira (24), à tecnologia de banda larga sem fio chamada WiMax.

Os testes dessa novidade visam analisar a viabilidade técnica, a receptividade no mercado e avaliação dos usuários. Esse tipo de transmissão de dados em alta velocidade é mais rápido que o Wi-Fi e também tem maior alcance do que a outra alternativa, usada somente em curtas distâncias.
Os testes feitos pela Telefônica, Motorola e Intel terão duração de três meses -- esse período pode ser prorrogado, dependendo dos resultados. Os 150 clientes pré-selecionados que terão acesso à tecnologia de internet rápida não pagarão pelo serviço durante o período de testes. Ainda não foi divulgado o preço do acesso a esse tipo de conexão.

De acordo com as empresas, existe a possibilidade de a novidade estar comercialmente disponível a partir do primeiro trimestre de 2009, se houver homologação dos equipamentos.


“Utilizando a freqüência de 2,5 gigahertz, o serviço testado disponibilizará acesso à internet via banda larga, com velocidade de 2 Mbps para download e 600 Kbps para upload, a partir do sinal enviado por três estações rádio base montadas na região”, diz um comunicado das empresas, que divulgaram a iniciativa nesta quinta-feira (23). As estações ficam nas ruas Butantã, dos Pinheiros e Bela Cintra.


Ainda de acordo com as empresas, os voluntários terão de conectar um modem WiMax à tomada para receber o sinal, que será enviado ao computador do usuário. A principal vantagem dessa tecnologia, dizem as companhias envolvidas no projeto, é a oferta de banda larga em lugares de difícil acesso ou que não tenham cabos e fibras óticas. A Telefônica afirma ainda que pretende oferecer o serviço como complemento à rede de banda larga.

Fonte: Portal G1

Wednesday, 22 October 2008

Google libera código do sistema operacional para celulares Android

O Google liberou, nesta terça-feira, o código do sistema operacional para telefones celulares Android. Com essa oferta, disponível aqui, a empresa pretende fazer com que mais empresas adotem sua plataforma para dispositivos móveis e também que desenvolvedores criem novos aplicativos e funcionalidades para aparelhos que usam o Android.


O primeiro telefone celular a adotar o sistema operacional do Google é o G1, produzido pela HTC, lançado nas lojas dos Estados Unidos na noite de terça-feira. “Dedicamos muito esforço ao primeiro aparelho que usa o Android. Mas o Android não se limita a um equipamento: é uma plataforma que pode ser adaptada para rodar em diversos celulares”, diz um texto publicado no blog oficial do projeto.

A oferta do código fonte tem como alvo fabricantes de dispositivos móveis e também os desenvolvedores. Os usuários não podem baixar a plataforma diretamente em seus celulares, pois esse sistema precisa vir instalado de fábrica.
Apresentado em novembro de 2007, o Android faz parte de uma parceria entre o Google e outras dezenas de empresas chamada Open Handset Alliance. Segundo o Google, essa plataforma ajudará a indústria de celulares a fazer com que a internet funcione em telefones da mesma forma como funciona em computadores – isso contribuiria para o aumento de tráfego nos sites da empresa.

Fonte: Jornal O Globo