Monday, 27 April 2009

Supercomputador vai desafiar humanos em programa de auditório nos EUA

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Um dos próximos concorrentes no programa de auditório norte-americano "Jeopardy!" não tem diploma universitário, nem pensa em usar o prêmio para realizar seus sonhos.

O Blue Gene, supercomputador desenvolvido pela IBM, vai ser deslocado até Los Angeles (Califórnia, EUA) para enfrentar triviais concorrentes humanos.

O programa de TV testa o conhecimento geral dos participantes e vai desafiar a inteligência artificial da máquina.

"O grande objetivo é fazer com que os computadores sejam capazes de conversar como humanos, e ainda não chegamos lá", disse o pesquisador da IBM David Ferrucci ao "The New York Times".

Durante o programa, o computador não terá conexão à internet e vai ser obrigado a responder às questões com sua "bagagem intelectual" acumulada até lá. Ou seja: textos e arquivos processados e "indexados" na memória.

Os organizadores do desafio ainda não decidiram qual será o sexo do "personagem" assumido pelo computador no programa, mas estudam a possibilidade de representá-lo em um palco por um avatar. Os participantes humanos também ainda não foram definidos.

Segundo Harry Friedman, produtor do programa "Jeopardy!", os preparativos estão apenas começando.

 

Um dos próximos concorrentes no programa de auditório norte-americano "Jeopardy!" não tem diploma universitário, nem pensa em usar o prêmio para realizar seus sonhos.

O Blue Gene, supercomputador desenvolvido pela IBM, vai ser deslocado até Los Angeles (Califórnia, EUA) para enfrentar triviais concorrentes humanos.

O programa de TV testa o conhecimento geral dos participantes e vai desafiar a inteligência artificial da máquina.

"O grande objetivo é fazer com que os computadores sejam capazes de conversar como humanos, e ainda não chegamos lá", disse o pesquisador da IBM David Ferrucci ao "The New York Times".

Durante o programa, o computador não terá conexão à internet e vai ser obrigado a responder às questões com sua "bagagem intelectual" acumulada até lá. Ou seja: textos e arquivos processados e "indexados" na memória.

Os organizadores do desafio ainda não decidiram qual será o sexo do "personagem" assumido pelo computador no programa, mas estudam a possibilidade de representá-lo em um palco por um avatar. Os participantes humanos também ainda não foram definidos.

Segundo Harry Friedman, produtor do programa "Jeopardy!", os preparativos estão apenas começando.

Saturday, 25 April 2009

Para cada notebook roubado, o prejuízo é de US$ 115 mil

Um notebook de funcionário roubado ou perdido pode dar um prejuízo de mais de US$ 115 mil à empresa, segundo uma pesquisa encomendada pela Intel.

O estudo, feito pelo Ponemon Institute, mostra que notebooks perdidos ou roubados em aeroportos custam às empresas uma média de US$ 49.246, ressaltando que não se trata só o valor do equipamento, mas dos dados armazenados nele.
O levantamento mostra que o custo aumenta proporcionalmente ao tempo que a máquina fica perdida.

Se o notebook é achado no mesmo dia, o custo é de US$ 8.950.

Mas se demorar mais de uma semana para ser recuperado, o prejuízo sobe para até US$115.849.
No Brasil, não existem dados de furtos compilados, mas nos EUA, segundo Ponemon Institute, a cada 50 segundos um laptop desaparece das vistas de seu dono nos aeroportos americanos. O que daria 1.728 notebooks por dia e o prejuízo chegaria a mais de US$ 198 milhões.

Para fazer este cálculo, o instituto de pesquisa analisou 138 casos de perda de notebooks e avaliou o valor gasto com reposição, detecção, perícia forense, vazamento de dados, perda de propriedade intelectual, consultoria legal e despesas regulatórias. A perda de dados representa 80% do custo do imprevisto.


De forma surpreendente, a pesquisa revelou que não é o computador do CEO que vale mais, mas sim o de um diretor ou gerente. O notebook de um executivo sênior custa à empresa US$ 28.449, enquanto o de um gerente ou diretor causa um prejuízo de US$ 60.781 e $61.040, respectivamente.


O uso de softwares de criptografia reduz significativamente o custo do roubo: enquanto uma máquina com HD não criptografado custa US$56.165, uma criptografada sai por US$ 37.443.

Fonte: Época Online

Friday, 24 April 2009

Oi disponibiliza acesso a banda larga móvel

Na última quarta-feira, 22, a Oi passou a disponibilizar o serviço de banda larga móvel para a região metropolitana de São Paulo, além de cidades do interior e litoral paulista. São 48 cidades do Estado cobertas pela novidade.


A operadora já oferece aos clientes três opções de velocidade – 300 kbps, 600 kbps e 1Mbps, nos valores de R$ 59,90, R$ 79,90 e R$ 119,90, respectivamente.
Assim como faz com os celulares, a Oi poderá desbloquear seu modem de outras teles gratuitamente, além de vender os aparelhos nas lojas paulistas.


Os planos do Oi Velox possuem limites de tráfego de dados, de acordo com a operadora. O usuário que contratar a velocidade de 300 kbps terá uma franquia de 2GB. Já a velocidade de 600 kbps dão direito a 5 GB. E o plano de 1Mbps, o mais avançado, limita a 10 GB.

Fonte: Olhar Digital

Monday, 20 April 2009

Anatel aprova regras para ponto-extra

Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, em 16 de abril de 2009, a proibição da cobrança do ponto-extra e do ponto-de-extensão de TV por assinatura. Dessa forma toda programação do ponto principal deverá ser disponibilizada, sem cobrança adicional na mensalidade, para pontos-extras e para pontos-de-extensão que estiverem instalados no mesmo endereço residencial, independentemente do plano de serviço contratado.

Estão autorizadas apenas cobranças pelos serviços de instalação e reparo da rede interna e dos conversores/decodificadores de sinal ou equipamentos similares. Esses valores poderão ser parcelados, mas deverão ser discrimindos na conta e não deverão ser superiores aos cobrados pelos mesmos serviços referentes ao ponto-principal.

A agência afirmou ainda que controlará aumentos abusivos, na prestação de serviços de TV por assinatura, que venham a ocorrer a fim de compensar a gratuidade do ponto-extra.

As operadoras, por sua vez, deverão se manifestar em breve através da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura). Anteriomente, as empresas haviam alegado que poderiam ter queda no faturamento com o fim da cobrança.

No Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura, publicado em junho, os artigos que proibiam a cobrança do ponto-extra tiveram seus efeitos suspensos pela Anatel. Em um período de dez meses a suspensão foi adiada por sete vezes.

Fontes: Anatel e Folha S. Paulo