Friday, 19 September 2014

Responda: o novo regulamento da Anatel está funcionando?

Pesquisa TelecomConsumidores, 

Depois de idas e vindas desde sua aprovação, está em vigor o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor para serviços de telefonia, TV e internet. Mas será que os consumidores estão conseguindo fazer uso dele? 

Elaboramos uma pesquisa online simples, para que consumidores nos informem se estão de fato conseguindo cancelar serviços de telefone fixo, celular, banda larga, internet móvel ou TV por assinatura pelo telefone, se conseguem contratar novos serviços ou mesmo aderir a promoções, mesmo já sendo cliente destas empresas, entre outros pontos importantes do novo regulamento. 

Por isso, precisamos que o maior número possível de pessoas responda à pesquisa até o dia 25 de setembro. 

Acesse aqui a pesquisa: www.idec.org.br/pesquisatelecom/ 

Desde o dia 8/7 que o RGC (Regulamento Geral de Direitos do Consumidor) de TV, Internet e Telefonia da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) está vigorando. Mas a regra estar em vigor é uma coisa e o regulamento funcionar é outra. Por isso, o Idec quer checar com os consumidores se alguns pontos importantes da nova regulação “pegaram” ou “não pegaram”. 

Consumidor de telefone fixo, celular, banda larga, internet móvel ou TV por assinatura, se desde o dia 11/8, quando todos os artigos do RGC estavam em vigor, você tentou efetuar alguns dos serviços abaixo, participe de nossa pesquisa e responda este formulário. 

  • Cancelar o serviço pelo atendimento telefônico da operadora sem ter 
    que falar com um atendente
  • Contratar um novo serviço
  • Contratar uma promoção da operadora já sendo cliente antigo
  • Falou na central de atendimento telefônico da operadora e a ligação caiu
Acesse aqui a pesquisa: www.idec.org.br/pesquisatelecom/ 

Obrigada por sua participação! Se você já respondeu, encaminhe este e-mail para seus contatos! 

Abraços, 

Veridiana Alimonti
Advogada do Idec 

Saiba mais sobre o Novo Regulamento da Anatel aqui

Wednesday, 17 September 2014

Preocupação com segurança é a maior barreira para m-banking no Brasil

Os internautas brasileiros que possuem conta bancária mas não têm o costume de acessá-la através do celular apontam a preocupação com segurança como a principal razão para evitarem o mobile banking. É o que revela pesquisa realizada por Opinion Box, a pedido de MOBILE TIME, com 1.017 internautas brasileiros que possuem conta bancária, respeitando as proporções da população brasileira por faixa etária, renda, gênero e região do País.

Segundo o levantamento, 43% dos internautas brasileiros com conta bancária utilizam mobile banking. Entre os 57% que não acessam serviços bancários pelo celular, 47,3% disseram que não consideram o canal seguro; 18,2% preferem usar os caixas eletrônicos; 12,6% preferem realizar suas transações presencialmente nas agências; e 21,9% atribuíram a outras razões a não utilização de mobile banking.

Há também uma diferença de gênero: o uso de mobile banking é mais popular no público masculino. Metade dos internautas homens que possuem conta bancária usam mobile banking. Entre as mulheres internautas, o uso do serviço é feito por apenas 36% delas.

Percepção de segurança

A mesma pesquisa, por outro lado, revela que quem costuma usar mobile banking tem uma percepção positiva da segurança do canal. Convidados a dar uma nota de um a dez para a sensação de segurança que têm ao acessar seu banco pelo celular, onde um é muito inseguro e dez, muito seguro, 86% deram notas entre seis e dez, ou seja, consideram o canal seguro. As proporções foram as seguintes: 26,7% deram dez; 17,3%, nove; 20,9%, oito; 15,3%, sete; e 5,8%, seis. Apenas 14% deram notas de um a cinco, nas seguintes proporções: 1,7% marcaram um; 0,6%, dois; 0,3%, três; 3,9%, quatro; e 7,5%, cinco.

Análise

A pesquisa demonstra que a preocupação com segurança é maior entre os que não costumam usar mobile banking, praticamente desaparecendo depois que o correntista passa a adotar o canal. É um medo comum na adoção de novas tecnologias, especialmente quando envolvem o gerenciamento do dinheiro do consumidor. A mesma desconfiança existiu por muitos anos no comércio eletrônico. Cabe aos bancos educar o mercado, destacando não apenas a conveniência do mobile banking, mas a sua segurança, na tentativa de convencer o público que ainda resiste em adotar o serviço.

Esta é a segunda matéria com base nos resultados da pesquisa. Na semana passada, MOBILE TIME publicou a primeira matéria desta série, na qual demonstrou que quem experimenta mobile banking prefere este canal ao Internet banking.


Sunday, 14 September 2014

Pesquisa aponta que mídias sociais já são os canais preferidos, mas os clientes esperam mais rapidez e respostas personalizadas

A Amdocs divulga os resultados da pesquisa que destaca uma oportunidade para que prestadores de serviços melhorem a experiência do cliente e diminuam os custos dos call centers. Ao associar os perfis dos clientes nas mídias sociais com as informações armazenadas no sistema de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) e usar técnicas de análise e Big Data para identificar reclamações relevantes nesses canais, os prestadores de serviços podem antecipar-se e até resolver essas demandas antes que elas chegarem ao call center.

A pesquisa patrocinada pela Amdocs é composta de duas partes: uma enquete que explora a prontidão no atendimento ao cliente via mídias sociais, conduzida pela Ovum, e outro estudo conduzido pela Coleman Parkes que examinou as atitudes dos consumidores nas mídias sociais, quando utilizadas como canal de atendimento ao cliente.

Para 68% dos prestadores de serviços os clientes optam pelas mídias sociais, como Twitter e Facebook, porque não têm disponibilidade para falar com um atendente por telefone. No entanto, a realidade é que 50% dos consumidores preferem usar as mídias sociais para chegar ao seu prestador de serviços, em vez de ligar para a central de atendimento.

Outro destaque da pesquisa mostrou que 50% dos clientes já tentaram se comunicar com o seu prestador de serviços para atendimento ao cliente via mídias sociais, porém três quartos nunca receberam uma resposta ou resolução, deixando 80% deles frustrados e sem escolha, a não ser ligar para o call center. Com relação ao tempo de resposta nas redes sociais, 52% dos consumidores esperam um retorno dentro de 30 minutos após o contato, mas apenas 24% dos prestadores de serviços conseguem responder as solicitações dentro desse período. Por fim, 64% dos clientes afirmam que estariam dispostos a compartilhar sua identidade nas redes sociais com o prestador de serviços, em troca de um melhor atendimento e 48% gostariam de receber ofertas personalizadas e relevantes via mídias sociais das empresas que eles são clientes.

Muito ainda deve ser feito ainda para que os prestadores de serviços integrem os dados das mídias sociais e os perfis dos clientes, pois 93% dos prestadores de serviços declararam que não conseguem identificar os perfis de mídias sociais dos seus clientes e 64% deles não armazenam as interações nas mídias sociais no banco de dados do CRM.

"Os assinantes estão procurando, cada vez mais, os prestadores de serviços via mídias sociais para atendimento ao cliente, mas devido à falta de conhecimentos sobre os clientes, os prestadores de serviços só conseguem dar respostas genéricas, o que faz os clientes se sentirem frustrado", disse Shagun Bali, analista da Ovum. "No entanto, se os prestadores de serviços vincularem as identidades sociais de seus clientes com os perfis deles armazenados em seus sistemas de CRM podem adquirir conhecimento contextual sobre este consumidor e, como resultado, dar uma resposta consistente, melhorando a satisfação e ainda reduzir os custos, promovendo a resolução na primeira chamada (FCR- first call resolution, sigla em inglês)."

"A pesquisa mostra uma enorme oportunidade para transpor o atendimento ao cliente com baixo custo, nos canais em mídias sociais e de aumentar o nível de satisfação do cliente (NPS – Net Promoter Score, em inglês) e a visibilidade positiva promovida pelo boca-a-boca", disse Rebecca Prudhomme, vice-presidente de Produtos e Marketing de Soluções da Amdocs. "Quando as pessoas recorrem ao Twitter ou ao Facebook para fazer perguntas ou, pior ainda, queixar-se de seu prestador de serviços, surge uma oportunidade que o prestador de serviços pode aproveitar para resolver a questão do cliente de forma proativa – desde que conheça a verdadeira identidade do cliente."

A solução Amdocs Social Care, que é parte da suite Amdocs CES 9.1, oferece uma qualidade consistente de experiência para o atendimento ao cliente via mídias sociais, por meio da análise de questões relativas de atendimento ao cliente, separando-as "dos ruídos" das mídias sociais e focando nas reclamações que importam. A solução une a identidade social do cliente ao registro CRM do cliente, para ganhar o contexto completo e armazena essa identidade social e as interações correspondentes no histórico do cliente, permitindo, também, a resolução de problemas no primeiro contato, por meio de uma única área de trabalho do agente.

A pesquisa combina uma enquete da Ovum, realizada em maio de 2014, por meio de um questionário a 100 executivos de prestadores de serviços globais e uma pesquisa realizada pela Coleman Parkes Research, com 4.068 consumidores de todo o mundo, em janeiro de 2014.


Thursday, 11 September 2014

Maioria dos desenvolvedores de aplicativos móveis não respeita privacidade do usuário, diz ICO

A maioria dos desenvolvedores de aplicativos móveis não divulga o que eles fazem com as informações coletadas de usuários de smartphones e tablets, segundo relatório do Escritório do Comissário da Informação do Reino Unido (ICO, na sigla em inglês), que usa como base um estudo realizado pela Global Privacy Enforcement Network (GPEN).

Dos 1,2 mil aplicativos pesquisados, 85% não revelam como usaram as informações, enquanto 59% dos apps deixaram os "usuários lutando para encontrar as informações básicas sobre privacidade", disse a organização.

De acordo com Simon Rice, gerente do grupo de tecnologia do ICO, que é membro da GPEN, os resultados mostram que muitos desenvolvedores de aplicativos ainda não fornecem essas informações de forma clara e compreensível para a média dos consumidores.

A ICO e os outros membros da GPEN querem mostrar aos desenvolvedores onde há espaço para melhorias. "Vamos publicar orientações para explicar os passos que as pessoas devem tomar para ajudar a proteger suas informações ao usar aplicativos móveis."

O relatório constatou que um em cada três aplicativos móveis "solicita um número excessivo de permissões com o propósito de acessar informações pessoais adicionais", apesar da orientação da ICO aos desenvolvedores de apps móveis para que os dados pessoais sejam tratados "de forma justa" e "legalmente". "O usuário deve ter a informação adequada sobre o processamento e ser informado sobre os efeitos das permissões", adverte a organização. "O correto é também é informar sobre o uso de dados de forma que as pessoas considerem prováveis."

Longas listas de pedidos de permissão estão se tornando cada vez mais comuns quando o usuário baixa aplicativos. No mês passado, o Facebook enfrentou uma série de questionamentos depois que tornou o seu app Messenger obrigatório para usuários em os EUA.O Facebook Messenger exige diversas permissões para funcionar em um smartphone equipado com o Android, incluindo o acesso a gravações de áudio, fotos e vídeos, números de telefone, mensagens de texto e contatos, bem como quase trinta outras funções.

A reação dos usuários foi tão forte que a empresa teve de dar explicações sobre por que pediu tantas permissões, argumentando que como "Android controla a forma como as permissões são nomeadas… do jeito que está nomeado não refletem, necessariamente, a forma como o Messenger e outros aplicativos são usados".

A OIC diz que, por enquanto, não vai compartilhar os nomes dos aplicativos que falharam nos testes sobre privacidade, por acreditar que os desenvolvedores farão as melhorias necessárias.

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